Gerson Camarotti conta os bastidores de sua entrevista exclusiva com o papa Francisco
Lavagem de dinheiro, vazamento de documentos confidenciais, eleição secreta e disputas de poder. Os assuntos poderiam fazer parte da pauta de política de qualquer país do mundo, e, de fato, fazem.
Atualizado em 03/09/2013 às 15:09, por
Danubia Paraizo.
Foi no Estado do Vaticano que todos esses escândalos explodiram nos últimos anos, acompanhados de perto pelo jornalista Gerson Camarotti, repórter especial de política da GloboNews.
Especializado em ciências políticas pela Universidade de Brasília (UnB), são dele alguns dos principais furos envolvendo os bastidores do poder em Brasília. No livro “Memorial do Escândalo”, em parceria com o jornalista Bernardo de la Peña, o autor foi um dos primeiros a revelar informações exclusivas sobre o Mensalão, CPI dos Bingos e dos Correios.
Mas, apesar dos quase 20 anos em que atua na capital federal, é por outro tipo de cobertura que o seu nome tem chamado a atenção, sobretudo nos últimos oito anos. É dele a entrevista exclusiva com o papa Francisco, feita durante a visita do pontífice ao Brasil na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), no final de julho. A relação do jornalista com a cobertura política da Igreja católica é antiga. No começo de sua carreira, nos anos 1990, teve contato com dois arcebispos que fizeram parte do cenário político de Recife: Dom Helder Câmara e Dom José Cardoso Sobrinho.
Crédito:Daniel Ferreira Ao se mudar para Brasília, o jornalista passou por Veja, Correio Braziliense e O Globo, sem deixar de acompanhar os assuntos relacionados ao Vaticano. Com a morte do papa João Paulo II, em 2005, Camarotti se via preso e sem notícias em Brasília, já que o noticiário mundial voltava sua atenção para a eleição secreta mais importante dos últimos anos. Era um prato cheio para quem cobre política.
Como tinha a desvantagem de ser novo na área em relação a vaticanistas experientes, o jornalista retomou contatos com cardeais da época em que trabalhava em Pernambuco. Aos poucos, construiu fontes influentes em Roma. Após a renúncia de Bento XVI e o Conclave que elegeu o então cardeal de Buenos Aires Jorge Mario Bergoglio como novo papa, o jornalista começou a articular uma das entrevistas mais importantes de sua carreira.
Em entrevista à IMPRENSA, Camarotti fala sobre a cobertura intensa que lhe exigiu quase 20 horas diárias de dedicação na JMJ, de suas impressões sobre o trabalho realizado pela imprensa no evento e alguns “pitacos” de quem entende, e muito, da política brasileira.
Leia a entrevista completa na edição 293 de setembro da IMPRENSA.

Especializado em ciências políticas pela Universidade de Brasília (UnB), são dele alguns dos principais furos envolvendo os bastidores do poder em Brasília. No livro “Memorial do Escândalo”, em parceria com o jornalista Bernardo de la Peña, o autor foi um dos primeiros a revelar informações exclusivas sobre o Mensalão, CPI dos Bingos e dos Correios.
Mas, apesar dos quase 20 anos em que atua na capital federal, é por outro tipo de cobertura que o seu nome tem chamado a atenção, sobretudo nos últimos oito anos. É dele a entrevista exclusiva com o papa Francisco, feita durante a visita do pontífice ao Brasil na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), no final de julho. A relação do jornalista com a cobertura política da Igreja católica é antiga. No começo de sua carreira, nos anos 1990, teve contato com dois arcebispos que fizeram parte do cenário político de Recife: Dom Helder Câmara e Dom José Cardoso Sobrinho.
Crédito:Daniel Ferreira Ao se mudar para Brasília, o jornalista passou por Veja, Correio Braziliense e O Globo, sem deixar de acompanhar os assuntos relacionados ao Vaticano. Com a morte do papa João Paulo II, em 2005, Camarotti se via preso e sem notícias em Brasília, já que o noticiário mundial voltava sua atenção para a eleição secreta mais importante dos últimos anos. Era um prato cheio para quem cobre política.
Como tinha a desvantagem de ser novo na área em relação a vaticanistas experientes, o jornalista retomou contatos com cardeais da época em que trabalhava em Pernambuco. Aos poucos, construiu fontes influentes em Roma. Após a renúncia de Bento XVI e o Conclave que elegeu o então cardeal de Buenos Aires Jorge Mario Bergoglio como novo papa, o jornalista começou a articular uma das entrevistas mais importantes de sua carreira.
Em entrevista à IMPRENSA, Camarotti fala sobre a cobertura intensa que lhe exigiu quase 20 horas diárias de dedicação na JMJ, de suas impressões sobre o trabalho realizado pela imprensa no evento e alguns “pitacos” de quem entende, e muito, da política brasileira.
Leia a entrevista completa na edição 293 de setembro da IMPRENSA.






