"G1 em 1 minuto" completa um ano levando para TV a linguagem da internet
Há um ano no ar, os boletins "G1 em 1 minuto" cumpriram a missão de integrar televisão e internet, aproveitando o melhor de cada plataforma para que as informações cheguem atualizadas ao telespectador.
Atualizado em 20/04/2016 às 17:04, por
Vanessa Gonçalves.
os boletins " " cumpriram a missão de integrar televisão e internet, aproveitando o melhor de cada plataforma para que as informações cheguem atualizadas ao telespectador.
A apresentação de cada edição é dividida entre os jornalistas Mari Palma e Cauê Fabiano e é ancorada nas notícias que estão no ar no portal G1 naquele momento.
À IMPRENSA, Fabiano comenta sobre o sucesso da iniciativa e da importância do cross media nos dias de hoje.
Crédito: Globo / Renato Rocha Miranda Cauê Fabiano, apresentador do "G1 em 1 Minuto"
IMPRENSA - Um ano após estrear, que balanço faz do G1 em 1 minuto? Depois de um ano, a gente consegue enxergar o produto com um pouco mais de distanciamento, e observar a evolução. Fomos moldando a linguagem, principalmente o poder de síntese, afinal, só temos 1 minuto. Vejo que melhorei na maneira como me expresso na TV. Do ponto de vista de público, penso que a recepção foi bem positiva, pelo menos com o que monitoramos por mídias sociais, ou mesmo pelos comentários das pessoas.
A equipe trabalhou muito para conseguir chegar a um modelo que fosse mais jovem, mais próximo de quem está assistindo, e quebrou paradigmas ao colocar duas caras novas com piercing, brincos e tatuagens à mostra. Acho essa mudança não é só saudável, mas necessária também – ter um espaço em que quem comunica sai da curva tradicional, o que pode agradar quem busca algo diferente. Qual o papel e a importância desse boletim ao longo da programação? O papel é informar rapidamente quais são os destaques do G1, o que é notícia naquele momento, em várias partes do dia. E fazer isso de uma forma mais leve, mais ágil. Existe a importância não só de reforçar a marca do G1 na programação da Globo, mas também de aproveitar um esforço da empresa em apostar em inovação de formatos, no interesse em atrair público jovem e testar maneiras de utilizar a convergência entre TV e web. Como é feita a seleção dos temas dos boletins? Existe um editor para isso ou a redação decide em conjunto? Comente. A partir do que é destaque no G1 ou está previsto na pauta do dia, os temas são debatidos primeiro internamente na equipe, entre repórter e coordenador, seja durante a manhã ou à tarde. Em seguida, isso é repassado para os editores do G1, que batem os temas com o setor de pauta, e podem alertar caso algo esteja para acontecer ou tenha acabado de ocorrer. Todas as editorias também sugerem notícias para o boletim, principalmente quando há conteúdo exclusivo, especial; esse diálogo é importante não só durante a reunião de pauta do G1, mas durante o dia mesmo, visto o volume de conteúdo produzido diariamente pelo G1, para que a gente não perca uma notícia legal, com uma imagem bacana, e que seja bem interessante para o boletim. Quantas entradas acontecem ao longo do dia? Como isso é definido? São quatro entradas ao dia. Duas na parte da manhã, durante o “Bem Estar” e o “Encontro com Fátima”, apresentadas pela Mari Palma. As outras duas são à tarde, feitas por mim, nos intervalos de “Sessão da Tarde” e “Vale a Pena Ver de Novo”. O horário de entrada é definido pelos programas e pela programação da Globo. Acredita que essa experiência pode se tornar tendência para trazer à TV essa linguagem da internet? Creio que sim. É um movimento necessário. O consumidor está presente em cada vez mais telas, e é preciso um esforço importante para deixar o conteúdo atraente das mais diversas formas, seja oferecendo em várias plataformas, seja virando padrões de cabeça para baixo - mas mantendo a qualidade e a precisão da informação. Quanto mais línguas formos capazes de falar, maior o público que atingiremos com nossa mensagem.
A apresentação de cada edição é dividida entre os jornalistas Mari Palma e Cauê Fabiano e é ancorada nas notícias que estão no ar no portal G1 naquele momento.
À IMPRENSA, Fabiano comenta sobre o sucesso da iniciativa e da importância do cross media nos dias de hoje.
Crédito: Globo / Renato Rocha Miranda Cauê Fabiano, apresentador do "G1 em 1 Minuto"
IMPRENSA - Um ano após estrear, que balanço faz do G1 em 1 minuto? Depois de um ano, a gente consegue enxergar o produto com um pouco mais de distanciamento, e observar a evolução. Fomos moldando a linguagem, principalmente o poder de síntese, afinal, só temos 1 minuto. Vejo que melhorei na maneira como me expresso na TV. Do ponto de vista de público, penso que a recepção foi bem positiva, pelo menos com o que monitoramos por mídias sociais, ou mesmo pelos comentários das pessoas.
A equipe trabalhou muito para conseguir chegar a um modelo que fosse mais jovem, mais próximo de quem está assistindo, e quebrou paradigmas ao colocar duas caras novas com piercing, brincos e tatuagens à mostra. Acho essa mudança não é só saudável, mas necessária também – ter um espaço em que quem comunica sai da curva tradicional, o que pode agradar quem busca algo diferente. Qual o papel e a importância desse boletim ao longo da programação? O papel é informar rapidamente quais são os destaques do G1, o que é notícia naquele momento, em várias partes do dia. E fazer isso de uma forma mais leve, mais ágil. Existe a importância não só de reforçar a marca do G1 na programação da Globo, mas também de aproveitar um esforço da empresa em apostar em inovação de formatos, no interesse em atrair público jovem e testar maneiras de utilizar a convergência entre TV e web. Como é feita a seleção dos temas dos boletins? Existe um editor para isso ou a redação decide em conjunto? Comente. A partir do que é destaque no G1 ou está previsto na pauta do dia, os temas são debatidos primeiro internamente na equipe, entre repórter e coordenador, seja durante a manhã ou à tarde. Em seguida, isso é repassado para os editores do G1, que batem os temas com o setor de pauta, e podem alertar caso algo esteja para acontecer ou tenha acabado de ocorrer. Todas as editorias também sugerem notícias para o boletim, principalmente quando há conteúdo exclusivo, especial; esse diálogo é importante não só durante a reunião de pauta do G1, mas durante o dia mesmo, visto o volume de conteúdo produzido diariamente pelo G1, para que a gente não perca uma notícia legal, com uma imagem bacana, e que seja bem interessante para o boletim. Quantas entradas acontecem ao longo do dia? Como isso é definido? São quatro entradas ao dia. Duas na parte da manhã, durante o “Bem Estar” e o “Encontro com Fátima”, apresentadas pela Mari Palma. As outras duas são à tarde, feitas por mim, nos intervalos de “Sessão da Tarde” e “Vale a Pena Ver de Novo”. O horário de entrada é definido pelos programas e pela programação da Globo. Acredita que essa experiência pode se tornar tendência para trazer à TV essa linguagem da internet? Creio que sim. É um movimento necessário. O consumidor está presente em cada vez mais telas, e é preciso um esforço importante para deixar o conteúdo atraente das mais diversas formas, seja oferecendo em várias plataformas, seja virando padrões de cabeça para baixo - mas mantendo a qualidade e a precisão da informação. Quanto mais línguas formos capazes de falar, maior o público que atingiremos com nossa mensagem.





