Furacão Katrina atinge a imprensa

Furacão Katrina atinge a imprensa

Atualizado em 01/09/2005 às 14:09, por Redação Portal Imprensa.


A cidade de Nova Orleans, nos Estados Unidos, a mais atingida pela passagem do furação Katrina, está com mais de 80% de sua área debaixo de até quatro metros de água. Com este cenário,a cobertura da tragédia se torna uma tarefa extremamente difícil. TVs, jornais e rádios da região vêm enfrentando verdadeiras batalhas para conseguirem que seus repórteres cheguem onde estão as principais notícias e garantir o funcionamento mínimo de suas estruturas.

Segundo matéria do jornal O Globo desta quinta-feira, a rede de TV CNN, por exemplo, teve que recorrer ao videofone, aparelho de fácil transporte, que faz transmissões via satélite. Isso porque, de acordo com a Presidência da emissora, os caminhões de transmissão são muito vulneráveis à tempestades como aquela. Cada caminhão vale cerca de US$ 1 milhão.

Já o principal jornal da cidade, o Times-Picayune se restringiu a uma versão online, por não haver qualquer condição de produzir sua edição impressa. A redação foi evacuada.

Precaução

Como forma de precaução e já prevendo a tempestade que estava por vir, alguns meios de comunicação transferiram suas bases antes do início da chuva. Entre elas, a emissora TV WWL, que mudou do centro de Nova Orleans para a Universidade Estadual da Louisiana em Baton Rouge, capital do estado.