Fundador do WikiLeaks entra para a lista de procurados da Interpol
Fundador do WikiLeaks entra para a lista de procurados da Interpol
Atualizado em 01/12/2010 às 12:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
A Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol, sigla em inglês) emitiu um de captura internacional ao fundador do site WikiLeaks, o australiano Julian Assange. A ordem foi enviada na última terça-feira (30), aos 188 países membros da Interpol.
De acordo com informações da agência EFE, Assange é acusado pela Justiça da Suécia pelos crimes de agressão sexual e estupro. A defesa do fundador do WikiLeaks apelou em segunda instância perante a Corte sueca contra uma ordem de prisão emitida na última semana.
Em agosto, duas mulheres acusaram o australiano de tê-las estuprado e agredido, fato negado por Assange.As autoridades suecas chegaram a procurá-lo durante as investigações sobre os crimes sexuais, porém ele teve a ordem de prisão revogada. O caso foi reaberto em setembro pela promotoria da Suécia.
Assange mantinha residência no país europeu, local em que seu site utilizava os servidores e se aproveitava de uma legislação favorável a respeito de liberdade de imprensa e proteção de fontes. Recentemente, o WikiLeaks divulgou diversos documentos secretos sobre estratégias militares dos EUA e aliados na guerra do Afeganistão e Iraque, além de arquivos sobre os bastidores da diplomacia norte-americana.
Nesta semana, o vice-ministro do Equador, Kintto Lucas, afirmou à imprensa local que o país ofereceu residência ao australiano, que não mantém residência fixa por segurança. "Estamos convidando Assange para fazer palestras e, se desejar, lhe ofereceremos cidadania equatoriana", declarou Lucas.
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| Divulgação | |
| Julian Assang |
Em agosto, duas mulheres acusaram o australiano de tê-las estuprado e agredido, fato negado por Assange.As autoridades suecas chegaram a procurá-lo durante as investigações sobre os crimes sexuais, porém ele teve a ordem de prisão revogada. O caso foi reaberto em setembro pela promotoria da Suécia.
Assange mantinha residência no país europeu, local em que seu site utilizava os servidores e se aproveitava de uma legislação favorável a respeito de liberdade de imprensa e proteção de fontes. Recentemente, o WikiLeaks divulgou diversos documentos secretos sobre estratégias militares dos EUA e aliados na guerra do Afeganistão e Iraque, além de arquivos sobre os bastidores da diplomacia norte-americana.
Nesta semana, o vice-ministro do Equador, Kintto Lucas, afirmou à imprensa local que o país ofereceu residência ao australiano, que não mantém residência fixa por segurança. "Estamos convidando Assange para fazer palestras e, se desejar, lhe ofereceremos cidadania equatoriana", declarou Lucas.
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