Funcionários da TV Brasil no RJ estão proibidos de entrar na emissora com mochilas e bolsas
Funcionários da TV Brasil no RJ estão proibidos de entrar na emissora com mochilas e bolsas
Atualizado em 19/01/2011 às 19:01, por
Eduardo Neco/Redação Portal IMPRENSA.
Por Jornalistas e funcionários da TV Brasil se queixam de um procedimento de segurança adotado pela prestadora de serviços que administra a emissora em sua filial no Rio de Janeiro (RJ). Desde de novembro do ano passado, os funcionários são obrigados a deixar bolsas, sacolas ou mochilas em armários na portaria, e só podem retirá-las na saída depois do expediente.
A representação sindical dos jornalistas na cidade afirmou, por meio de comunicado, que "a decisão da emissora não é adequada sob nenhuma hipótese".
"Trata-se de um constrangimento. É ilegal e abre um perigoso precedente, contrário às mais elementares normas de civilidade e respeito no relacionamento entre seres humanos. Nenhuma outra empresa de comunicação adota procedimento semelhante nem se ouve falar na hipótese de ele vir a ser usado em um futuro próximo", se posicionou o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro (SJPMRJ).
Em nome do "bom senso e do respeito profissional" pelos funcionários da emissora, o SJPMRJ repudia a decisão e pede que seja revogada "em caráter definitivo".
"Trabalhadores devem ser tratados com apreço e consideração. É inadmissível que profissionais de uma emissora pública, a quem talvez caiba dar os exemplos, sejam submetidos a constrangimentos e muito menos intimidados com ameaças veladas de seguranças despreparados", finalizou.
A reportagem do Portal IMPRENSA conversou com Paulo Carneiro, gerente da Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp) - que presta serviço à TV Brasil no Rio -, que disse não considerar ofensiva a medida de segurança.
Segundo Carneiro, os funcionários deixam as mochilas em bolsas em uma sala com câmeras de segurança, o que garante que os volumes não serão violados. Ele ressaltou, ainda, que a medida tem como objetivo preservar o patrimônio técnico da emissora.
Desde o começo do ano passado, a emissora registrou uma série de pequenos furtos, que são investigados pela Polícia.
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A representação sindical dos jornalistas na cidade afirmou, por meio de comunicado, que "a decisão da emissora não é adequada sob nenhuma hipótese".
"Trata-se de um constrangimento. É ilegal e abre um perigoso precedente, contrário às mais elementares normas de civilidade e respeito no relacionamento entre seres humanos. Nenhuma outra empresa de comunicação adota procedimento semelhante nem se ouve falar na hipótese de ele vir a ser usado em um futuro próximo", se posicionou o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro (SJPMRJ).
Em nome do "bom senso e do respeito profissional" pelos funcionários da emissora, o SJPMRJ repudia a decisão e pede que seja revogada "em caráter definitivo".
"Trabalhadores devem ser tratados com apreço e consideração. É inadmissível que profissionais de uma emissora pública, a quem talvez caiba dar os exemplos, sejam submetidos a constrangimentos e muito menos intimidados com ameaças veladas de seguranças despreparados", finalizou.
A reportagem do Portal IMPRENSA conversou com Paulo Carneiro, gerente da Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp) - que presta serviço à TV Brasil no Rio -, que disse não considerar ofensiva a medida de segurança.
Segundo Carneiro, os funcionários deixam as mochilas em bolsas em uma sala com câmeras de segurança, o que garante que os volumes não serão violados. Ele ressaltou, ainda, que a medida tem como objetivo preservar o patrimônio técnico da emissora.
Desde o começo do ano passado, a emissora registrou uma série de pequenos furtos, que são investigados pela Polícia.
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