França bane uso de nomes Facebook e Twitter nas mídias
A agência reguladora de rádiodifusão francesa, CSA, proibe a menção das redes sociais no ar, a menos que seja centro da notícia
Atualizado em 06/06/2011 às 12:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Conselho Superior de Audiovisual (CSA) da França, responsável por regular a atividade de emissoras de rádios e de televisão no país, publicou um decreto proibindo apresentadores de mencionar os nomes das redes sociais norte-americanas, como Facebook e Twitter em suas transmissões, informa o site do jornal .
Conhecido pelo pela cultura burocrática e cheia de pequenas leis de regulamentação, o governo francês gerou polêmica com a adoção desta medida. Segundo a porta-voz do CSA, Christine Kelly, a lei serve para impedir que algumas redes sociais sejam divulgadas como preferenciais. "Por que dar preferência para o Facebook, que vale bilhões de dólares, quando existem muitas outras redes sociais que lutam por reconhecimento?", pergunta. A explicação para a nova medida menciona um decreto de março de 1992, que proíbe publicidade irregular.
"Isso seria uma distorção da concorrência. Se permitirmos que o Facebook e o Twitter sejam citados no ar, vamos abrir uma caixa de Pandora. Outras redes sociais vão reclamar com a gente dizendo: por que não nós? ", complementou Christine.
Segundo O Globo, especula-se que a medida possa ter razões nacionalistas. O Facebook e o Twitter são empresas norte-americanas e representam símbolos do império dos EUA, assim como a Coca-Cola, McDonald's, Apple, etc.
O ressalta que as redes sociais são, atualmente, "espaços públicos com alcance global" e primordiais para conectar o espectador aos meios de comunicação, a fim de estabelcer uma interlocução com a audiência e permitir ao espectador que acompanhe a notícia silmultaneamente pelas redes sociais.
Conhecido pelo pela cultura burocrática e cheia de pequenas leis de regulamentação, o governo francês gerou polêmica com a adoção desta medida. Segundo a porta-voz do CSA, Christine Kelly, a lei serve para impedir que algumas redes sociais sejam divulgadas como preferenciais. "Por que dar preferência para o Facebook, que vale bilhões de dólares, quando existem muitas outras redes sociais que lutam por reconhecimento?", pergunta. A explicação para a nova medida menciona um decreto de março de 1992, que proíbe publicidade irregular.
"Isso seria uma distorção da concorrência. Se permitirmos que o Facebook e o Twitter sejam citados no ar, vamos abrir uma caixa de Pandora. Outras redes sociais vão reclamar com a gente dizendo: por que não nós? ", complementou Christine.
Segundo O Globo, especula-se que a medida possa ter razões nacionalistas. O Facebook e o Twitter são empresas norte-americanas e representam símbolos do império dos EUA, assim como a Coca-Cola, McDonald's, Apple, etc.
O ressalta que as redes sociais são, atualmente, "espaços públicos com alcance global" e primordiais para conectar o espectador aos meios de comunicação, a fim de estabelcer uma interlocução com a audiência e permitir ao espectador que acompanhe a notícia silmultaneamente pelas redes sociais.






