Fotógrafo do "Metrô News" é agredido por PM durante manifestação em SP
Na noite da última terça-feira (15/10), o repórter fotográfico Guilherme Kastner, do Metrô News, foi agredido por um policial militar durante cobertura da manifestação de professores e alunos em São Paulo (SP).
Atualizado em 17/10/2013 às 12:10, por
Vanessa Gonçalves.
(15/10), o repórter fotográfico Guilherme Kastner, do Metrô News , foi agredido por um policial militar durante cobertura da manifestação de professores e alunos em São Paulo (SP). A ação violenta foi filmada por ele, que usava um capacete com câmera acoplada.
Crédito:Reprodução Policial ameaça bater no repórter fotográfico mesmo após identificação
À IMPRENSA, Kastner contou que estava em um posto de gasolina na Marginal Pinheiros, Zona Oeste, registrando a abordagem violenta da polícia a um manifestante. De repente, foi agredido por um golpe de cassetete nas costas.
“Acho que eles [PMs] estavam incomodados com a presença da imprensa por estarmos registrando a violência deles contra um manifestante”, relata o repórter fotográfico.
Logo após o golpe, Kastner se virou e mostrou a credencial de imprensa ao policial que, mesmo assim, continuou agindo de forma violenta.
Na quarta (16/10), o repórter procurou a Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo para prestar queixa. Entretanto, não há garantias de que o PM seja punido. “O argumento, por enquanto, é que não conseguem identificá-lo. Eu mandei uma foto, mas até agora nenhuma resposta. Na hora da agressão, ele não tinha identificação, pois estava com um colete por cima da farda”, comenta.
Kastner disse que não é a primeira vez que vivencia atos de violência policial. “Já aconteceu outras vezes e é sempre a mesma história: apresentamos o crachá de imprensa e, mesmo assim, eles continuam nos agredindo”.
Paulo Manso, editor-chefe do Metrô News , diz que o jornal está indignado com a atitude do policial que agrediu o repórter pelas costas, mesmo após ter percebido a câmera do profissional. “Vamos cobrar da Corregedoria rigor nas investigações para que este policial seja punido e o fato sirva para que sejam separados os bons dos maus profissionais que existem na PM e em outras instituições. São pessoas despreparadas como esta que jogam na lama a imagem de uma corporação tão importante como a PM”.
Assista ao vídeo:
Crédito:Reprodução Policial ameaça bater no repórter fotográfico mesmo após identificação
À IMPRENSA, Kastner contou que estava em um posto de gasolina na Marginal Pinheiros, Zona Oeste, registrando a abordagem violenta da polícia a um manifestante. De repente, foi agredido por um golpe de cassetete nas costas.
“Acho que eles [PMs] estavam incomodados com a presença da imprensa por estarmos registrando a violência deles contra um manifestante”, relata o repórter fotográfico.
Logo após o golpe, Kastner se virou e mostrou a credencial de imprensa ao policial que, mesmo assim, continuou agindo de forma violenta.
Na quarta (16/10), o repórter procurou a Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo para prestar queixa. Entretanto, não há garantias de que o PM seja punido. “O argumento, por enquanto, é que não conseguem identificá-lo. Eu mandei uma foto, mas até agora nenhuma resposta. Na hora da agressão, ele não tinha identificação, pois estava com um colete por cima da farda”, comenta.
Kastner disse que não é a primeira vez que vivencia atos de violência policial. “Já aconteceu outras vezes e é sempre a mesma história: apresentamos o crachá de imprensa e, mesmo assim, eles continuam nos agredindo”.
Paulo Manso, editor-chefe do Metrô News , diz que o jornal está indignado com a atitude do policial que agrediu o repórter pelas costas, mesmo após ter percebido a câmera do profissional. “Vamos cobrar da Corregedoria rigor nas investigações para que este policial seja punido e o fato sirva para que sejam separados os bons dos maus profissionais que existem na PM e em outras instituições. São pessoas despreparadas como esta que jogam na lama a imagem de uma corporação tão importante como a PM”.
Assista ao vídeo:





