Fotógrafo brasileiro ganha o Pulitzer 2016 por cobertura sobre a crise dos refugiados
O fotógrafo brasileiro Mauricio Lima, do jornal The New York Times, ganhou na última segunda-feira (18/4) o Prêmio Pulitzer 2016, na categoria de de notícias, por sua cobertura sobre a crise dos refugiados.
Atualizado em 19/04/2016 às 09:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
do jornal The New York Times , ganhou na última segunda-feira (18/4) o Prêmio Pulitzer 2016, na categoria de de notícias, por sua cobertura sobre a crise dos refugiados.
Crédito:Reprodução Brasileiro ganhou principal prêmio de jornalismo por fotos sobre a crise dos refugiados
De acordo com a AFP, o anúncio foi feito durante uma cerimônia na Universidade de Columbia, em Nova York. Lima foi agraciado junto com seus colegas Sergey Ponomarev, Tyler Hicks e Daniel Etter, também do New York Times , pela cobertura da crise dos refugiados da Síria, do Iraque e do Afeganistão.
Lima começou a carreira em 1999 como fotógrafo estagiário do jornal Lance! . Um ano depois, foi convidado para prestar serviços pela Agence France-Presse, para quem fotografou por quase 11 anos. Atualmente, realiza projetos pessoais em paralelo a trabalhos para o NYT . As imagens dele já estamparam páginas de veículos, como Time, Der Spiegel, Paris Match e Le Monde .
A premiação foi compartilhada ainda com a equipe da agência Thomson Reuters, pelo trabalho sobre o mesmo tema. A edição de 2016 contemplou, além do trabalho de jornalistas e fotógrafos na cobertura dos conflitos, temáticas americanas repercutidas internacionalmente.
O jornal Los Angeles Times venceu na categoria notícias por sua cobertura do massacre de San Bernardino, na Califórnia, em dezembro, quando Syed Farook e sua esposa, Tashfeen Malik, assassinaram 14 pessoas, antes de serem mortos pela polícia.
A agência de notícias americana Associated Press (AP) foi premiada pelo jornalismo de serviço público, ao investigar os abusos trabalhistas vinculados ao abastecimento de mariscos, levando à libertação de dois mil escravos.
Alissa Rubin, também do New York Times , ganhou pela cobertura internacional de seus artigos sobre mulheres afegãs. Na categoria nacional nos Estados Unidos, o prêmio foi para a equipe do jornal The Washington Post por seu trabalho sobre a frequência e porque a polícia mata.
O prêmio ao livro de não ficção foi para Joby Warrick pela obra "Bandeiras negras: a ascensão do EI", sobre a situação no Iraque e o crescimento do grupo radical. Já o de ficção foi concedido ao vietnamita-americano Viet Thanh Nguyen, pelo romance "The Sympathizer".
Crédito:Reprodução Brasileiro ganhou principal prêmio de jornalismo por fotos sobre a crise dos refugiados
De acordo com a AFP, o anúncio foi feito durante uma cerimônia na Universidade de Columbia, em Nova York. Lima foi agraciado junto com seus colegas Sergey Ponomarev, Tyler Hicks e Daniel Etter, também do New York Times , pela cobertura da crise dos refugiados da Síria, do Iraque e do Afeganistão.
Lima começou a carreira em 1999 como fotógrafo estagiário do jornal Lance! . Um ano depois, foi convidado para prestar serviços pela Agence France-Presse, para quem fotografou por quase 11 anos. Atualmente, realiza projetos pessoais em paralelo a trabalhos para o NYT . As imagens dele já estamparam páginas de veículos, como Time, Der Spiegel, Paris Match e Le Monde .
A premiação foi compartilhada ainda com a equipe da agência Thomson Reuters, pelo trabalho sobre o mesmo tema. A edição de 2016 contemplou, além do trabalho de jornalistas e fotógrafos na cobertura dos conflitos, temáticas americanas repercutidas internacionalmente.
O jornal Los Angeles Times venceu na categoria notícias por sua cobertura do massacre de San Bernardino, na Califórnia, em dezembro, quando Syed Farook e sua esposa, Tashfeen Malik, assassinaram 14 pessoas, antes de serem mortos pela polícia.
A agência de notícias americana Associated Press (AP) foi premiada pelo jornalismo de serviço público, ao investigar os abusos trabalhistas vinculados ao abastecimento de mariscos, levando à libertação de dois mil escravos.
Alissa Rubin, também do New York Times , ganhou pela cobertura internacional de seus artigos sobre mulheres afegãs. Na categoria nacional nos Estados Unidos, o prêmio foi para a equipe do jornal The Washington Post por seu trabalho sobre a frequência e porque a polícia mata.
O prêmio ao livro de não ficção foi para Joby Warrick pela obra "Bandeiras negras: a ascensão do EI", sobre a situação no Iraque e o crescimento do grupo radical. Já o de ficção foi concedido ao vietnamita-americano Viet Thanh Nguyen, pelo romance "The Sympathizer".





