Fórum dos Leitores: Carlos Nascimento, Pânico na TV e assessoria de imprensa. Clique aqui e entre você também na polêmica

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Atualizado em 01/08/2005 às 14:08, por Redação Portal Imprensa.


Carlos Nascimento 1


Parabéns a todos pela excelente matéria com Carlos Nascimento, um dos maiores nomes do jornalismo do Brasil. Admiro muito o estilo deste profissional e o o seu perfil. Parabéns!

Verdanete Dantas, gerente Tambaú FM


Carlos Nascimento 2


Perguntas inteligentes, para um jornalista inteligente. Ótima entrevista!

Heloisa Biasi, roteirista


Carlos Nascimento 3

Achei que esta entrevista foi uma das mais interessantes que o portal publicou neste mês. Além de abordar assuntos de interesse do público, o entrevistado foi sensato e não se omitiu quando teve que dar opinião. Parabéns Carlos Nascimento. Além de um grande jornalista que orgulha a classe, você também está conquistando o respeito daqueles que desejam ver pessoas esclarecidas pôr a mão na ferida.

Arno Kunzler, diretor jornal "O Presente"

Carlos Nascimento 4

Fazia muito tempo que não lia uma entrevista tão boa com o Nascimento. Mais uma vez, a revista Imprensa dá exemplo de qualidade na hora de entrevistar uma personalidade do nosso jornalismo. É muito interessante saber o que pensa sobre toda esta lama em que está envolvida nosso país, um jornalista com tantos anos de janela. Parabéns Thaís Naldoni e toda a equipe da revista.

Juliana Silveira, radialista

Pânico na TV 1

A humildade faz do pessoal do Pânico se tornar cada vez melhor. Reconhecer que o pessoal do Casseta tem mais experiência não diminui em nada a competência do Pânico.... Parabéns.

Cezar Pereira, técnico em informática

Pânico na TV 2

Por experiência, de pelo menos 10 anos de humorísticos em televisões, o esquema irreverente do programa Pânico, assim como no passado aconteceu com o fabuloso jornal Pasquim, também com o noticiario Aqui agora, o programa do Ratinho e tantos outros. Só funciona enquanto durar o seu maior gancho que é o elemento surpresa, pois são programas que vivem das situações do momento, e em cima do chamado humor negro(sem precoceito) e das baixarias. No caso do Pasquim fez mais sucesso e durou mais tempo, porque além de ser um humor muito mais talentoso, a baixaria era feita contra uma ditadura que assolava a todos nós, então o Jornal contava com o apoio da maioria do povo brasileiro que pensava.

Arthur Miranda, ator



Assessoria de Imprensa 1


Esse preconceito é absurdo pois, da mesma forma lógica que os assessores defendem as posições de suas instituições, também os repórteres de veículos defendem as posições políticas e até de interesses econômicos de seus patrões.

Aluizio Bernardes de Assis, assessor de imprensa



Assessoria de Imprensa 2


Maravilhoso o artigo do Azeredo! Como jornalista em assessoria de imprensa, sou obrigada a conviver com a desanimadora realidade de ver pessoas despreparadas atuando na nossa área, além da (ainda) desconfiança de alguns colegas de redação. O importante, para mim, é ver um profissional competente como o Azeredo valorizando nosso trabalho, tanto perante as redações, como especialmente frente aos potenciais assessorados. Adorei!

Adriane Costa, diretora BID PRESS


Assessoria de Imprensa 3

Apesar de estar como Assessora de Comunicação Empresarial, concordo com tudo que você falou. Passei muitos anos da minha vida profissional nas redações do Rio de Janeiro - Revistas/jornais/ televisões- atuando como repórter, chefe de reportagem etc... Meu relacionamento com a Imprensa capixaba (onde estou hoje) é de muito respeito, muita ética e muita liberdade. A minha geração não tolera censuras. Mas mesmo assim tenho alguns probleminhas, nem sempre o que digo é publicado. Muitas vezes, publicam o que querem. E não sou marketeira, mas defendo a minha empresa, sim. Essa é uma obrigação. Porque se não puder defender a minha empresa é porque ela não merece e eu jamais trabalharia numa empresa que não merecesse meu respeito ou o meu trabalho. Um abraço e vamos continuar outro dia. Hoje é sexta-feira, e já passou do horário. Finalmente, não estou numa redação, não é?

Maria do Carmo Calmon, assessora de Comunicação Empresarial