Fórum Água: Pautas ambientais devem ser didáticas e humanizadas, dizem jornalistas

O segundo painel do “VII Fórum Água em Pauta”, realizado por IMPRENSA e pela Bolsa de Responsabilidade Social (BRS), em Fortaleza (CE), contou com a participação das jornalistas Maristela Crispim, do Diário do Nordeste, e Tarsília Rego, do jornal O Estado, mediadas pela presidente do Sindicato dos Jornalistas do Ceará (Sindjorce) Samira de Castro.

Atualizado em 23/04/2012 às 16:04, por Thaís Naldoni,  gerente de Jornalismo de IMPRENSA e  enviada a Fortaleza.


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As profissionais debaterem sob o tema “Desafios e dificuldades para inserir a pauta “Água” no cotidiano do noticiário”, que pretendia mostrar omo o tema água foi e pode ser abordado para que seja pauta de interesse , conscientização e serviço para o consumidor de notícias.


Segundo Maristela Crispim, um dos segredos para um projeto editorial de sucesso, voltado para a disseminação da “Água” como pauta de interesse do leitor, é o aprofundamento da pauta, mostrando de maneira didática e humanizada. “A prática jornalística necessita humanizar o fato, transformar dados estatísticos em histórias, com personagens reais, mas não se limitar a isso”, disse.


Crédito:Thaís Naldoni Jornalistas defendem que pautas ambientais devem ser mais humanizadas


Já Tarsília Rego, uma grande dificuldade das redações é a falta de fontes. “O jornalista precisa buscar a diversidade de fontes para que as pautas também se diversifiquem”, afirmou. Para ela, outro ponto a ser trabalhado é fugir da pauta comum. “Ou fala-se em água demais ou água de menos. Falta falar de reúso, por exemplo”.


As profissionais concordam que o Jornalismo tem um papel educador e deve se preocupar em esclarecer a população de forma simples e informativa.


O “VII Fórum Água em Pauta” tem apoio institucional do Banco do Nordeste, DNOCS, Ceará Portos e patrocínio do Governo do Estado do Ceará.