Flamengo e Fluminense criticam federação carioca por incluir cotas de TV nos borderôs
Os clubes cariocas Flamengo e Fluminense criticam a Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj) por ter passado a incluir cotas de transmissão de televisão e público mínimo de jogos nos borderôs.
Atualizado em 09/02/2015 às 17:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
De acordo com o portal GloboEsporte.com, ambos afirmam que isso impede uma "análise realista para melhorias dos torneios e afeta o bolso das equipes menores".
Crédito:Divulgação Clubes questionam medida da Ferj
Além de uma reação às medidas da Ferj, as críticas começaram depois da constatação de que os números de público de algumas partidas estão abaixo do número de ingressos lançados como utilizados no Campeonato Carioca.
Ao portal, o presidente do Fluminense, Peter Siemsem, reprovou a inclusão da cota de transmissão de jogos nos borderôs do torneio. Para ele, a medida passa uma informação errada do resultado financeiro. O Flamengo também condenou as práticas e afirmou que as medidas são ruins para os clubes, "que precisam ser transparentes e eficientes na gestão de suas três principais linhas de receita: as cotas de TV, bilheteria e patrocínios."
"Apresentar como ingressos utilizados um número diferente daquele que reflete a quantidade de pessoas no estádio assistindo ao jogo, acaba por mostrar uma fotografia que não condiz com o que ocorre nos estádios. Tanto pelo interesse do público, quanto do ponto de vista financeiro. Além disso, lançar os valores das cotas de TV no borderô distorce qualquer comparação de receita de bilheteria com outros campeonatos no Brasil, uma vez que as receitas de borderô nos demais torneios só contemplam a bilheteria", disse o clube.
Crédito:Divulgação Clubes questionam medida da Ferj
Além de uma reação às medidas da Ferj, as críticas começaram depois da constatação de que os números de público de algumas partidas estão abaixo do número de ingressos lançados como utilizados no Campeonato Carioca.
Ao portal, o presidente do Fluminense, Peter Siemsem, reprovou a inclusão da cota de transmissão de jogos nos borderôs do torneio. Para ele, a medida passa uma informação errada do resultado financeiro. O Flamengo também condenou as práticas e afirmou que as medidas são ruins para os clubes, "que precisam ser transparentes e eficientes na gestão de suas três principais linhas de receita: as cotas de TV, bilheteria e patrocínios."
"Apresentar como ingressos utilizados um número diferente daquele que reflete a quantidade de pessoas no estádio assistindo ao jogo, acaba por mostrar uma fotografia que não condiz com o que ocorre nos estádios. Tanto pelo interesse do público, quanto do ponto de vista financeiro. Além disso, lançar os valores das cotas de TV no borderô distorce qualquer comparação de receita de bilheteria com outros campeonatos no Brasil, uma vez que as receitas de borderô nos demais torneios só contemplam a bilheteria", disse o clube.





