Filmagens de comícios de Dilma fazem parte do acervo histórico de Lula, diz EBC
Filmagens de comícios de Dilma fazem parte do acervo histórico de Lula, diz EBC
Atualizado em 20/09/2010 às 16:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) emitiu comunicado, no começo da tarde desta segunda-feira (20), em que "contesta veementemente" manchete do jornal Folha de S.Paulo que acusa a TV estatal NBR de designar funcionários para filmar comícios da candidata Dilma Rousseff (PT), realizados durante sua campanha. De acordo com a EBC, as filmagens se destinavam ao acervo histórico do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que prestigiava o palanque de sua candidata.
A EBC, contratada pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República para gerir a TV NBR, afirmou que atua no registro da atuação pública do presidente Lula, em acordo com as exigências do decreto lei que criou a empresa pública, em dezembro de 2008.
A estatal explica que os funcionários da emissora foram orientados a manter o registro de todos os atos públicos de Lula, "mas evitando, terminantemente, transmitir os atos de natureza eleitoral pelo canal NBR ou distribuir as gravações às outras emissoras de televisão, como acontece com as imagens de atos oficiais".
No entanto, embora não transmitidos, os "eventos de natureza eleitoral que contaram com a presença do presidente da República continuaram a ser documentados". No entendimento da EBC, por se tratar de registro histórico, "não há desvio de função ou de recursos públicos e muito menos benefício a qualquer candidatura".
Especificamente sobre a reportagem "TV estatal manda cinegrafista registrar comícios de Dilma sem identificar canal", da Folha , a EBC admitiu que um cinegrafista foi advertido por se recusar a gravar, "conforme orientação conhecida, a participação do presidente em um ato eleitoral, depois de ter realizado a cobertura de ato oficial".
A empresa ressalvou, porém, que a "advertência não é ameaça, é prática na gestão de pessoas, inclusive no setor privado".
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A EBC, contratada pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República para gerir a TV NBR, afirmou que atua no registro da atuação pública do presidente Lula, em acordo com as exigências do decreto lei que criou a empresa pública, em dezembro de 2008.
A estatal explica que os funcionários da emissora foram orientados a manter o registro de todos os atos públicos de Lula, "mas evitando, terminantemente, transmitir os atos de natureza eleitoral pelo canal NBR ou distribuir as gravações às outras emissoras de televisão, como acontece com as imagens de atos oficiais".
No entanto, embora não transmitidos, os "eventos de natureza eleitoral que contaram com a presença do presidente da República continuaram a ser documentados". No entendimento da EBC, por se tratar de registro histórico, "não há desvio de função ou de recursos públicos e muito menos benefício a qualquer candidatura".
Especificamente sobre a reportagem "TV estatal manda cinegrafista registrar comícios de Dilma sem identificar canal", da Folha , a EBC admitiu que um cinegrafista foi advertido por se recusar a gravar, "conforme orientação conhecida, a participação do presidente em um ato eleitoral, depois de ter realizado a cobertura de ato oficial".
A empresa ressalvou, porém, que a "advertência não é ameaça, é prática na gestão de pessoas, inclusive no setor privado".






