Filho de ditador da Líbia pede que imprensa estrangeira entre no país
Filho de ditador da Líbia pede que imprensa estrangeira entre no país
Atualizado em 24/02/2011 às 14:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na tentativa de dirimir os boatos acerca dos protestos na Líbia, Seif al Islam Kadafi, filho do ditador Kadafi, convidou a imprensa estrangeira a entra no país.
"Jornalistas estrangeiros, líbios e diplomatas, antecipem-se, entrem, cruzem e passem, onde estão os bombardeios, onde está o assassinato de centenas e milhares?", questionou o filho do ditador por meio de um comunicado pela cadeia de televisão Al Arabyia.
Na mesma ocasião, segundo informa agência de notícias EFE, Seif al Islam garantiu que a população líbia está levando "vida normal".
Apesar do convite, dezenas de jornalistas estrangeiros esperam nas fronteias para entrar no país. A declaração de Seif al Islam contradiz o procedimento que proíbe os consulados e embaixadas, há mais de uma semana, o acesso da imprensa estrangeira ao país.
Curiosamente, ao mesmo tempo em que foi emitido o pedido de Seif para que os jornalistas entrem na Líbia, emergiu nessa semana a notícia de que Kadafi possui participação de 3% nas ações do gigante britânico Financial Times .
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"Jornalistas estrangeiros, líbios e diplomatas, antecipem-se, entrem, cruzem e passem, onde estão os bombardeios, onde está o assassinato de centenas e milhares?", questionou o filho do ditador por meio de um comunicado pela cadeia de televisão Al Arabyia.
Na mesma ocasião, segundo informa agência de notícias EFE, Seif al Islam garantiu que a população líbia está levando "vida normal".
Apesar do convite, dezenas de jornalistas estrangeiros esperam nas fronteias para entrar no país. A declaração de Seif al Islam contradiz o procedimento que proíbe os consulados e embaixadas, há mais de uma semana, o acesso da imprensa estrangeira ao país.
Curiosamente, ao mesmo tempo em que foi emitido o pedido de Seif para que os jornalistas entrem na Líbia, emergiu nessa semana a notícia de que Kadafi possui participação de 3% nas ações do gigante britânico Financial Times .
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