Fifa anuncia parceria com União Europeia e AFP para treinar jornalistas africanos para Copa
Fifa anuncia parceria com União Europeia e AFP para treinar jornalistas africanos para Copa
A Federação Internacional de Futebol (Fifa) anunciou na última segunda-feira (18) um programa de formação de mais de 300 jornalistas e fotógrafos africanos para o Mundial de Futebol de 2010, na África do Sul. O programa é co-financiado pela União Europeia e ministrado pela agência de notícias AFP.
Segundo Sepp Blatter, presidente da FIFA, "os órgãos de imprensa na África desempenham um papel essencial ao associar todos os povos do continente ao Mundial de 2010. Portanto, a Fifa está orgulhosa de dar aulas de jornalismo de qualidade aos jornalistas africanos, em associação com a Fundação AFP e a Comissão Europeia".
"Vamos trabalhar em quatro línguas - inglês, árabe, português e francês. Esta formação agrupará jovens jornalistas de 46 países africanos e esperamos que as nossas sessões de formação permitam não só melhorar as suas competências profissionais, mas também estabelecer relações amistosas duradouras", declarou Pierre Louette, diretor da AFP.
"É o projeto mais ambicioso empreendido pela Fundação AFP desde a sua criação, em julho de 2007, e é para mim uma grande satisfação", concluiu.
"A Comissão europeia está feliz por estar associada ao programa. A formação de jornalistas é um primeiro passo importante para o Mundial de 2010. Isto faz parte dos esforços da Comissão de velar para que a imagem de uma África moderna se espalhe. É iguamente um símbolo da relação estratégia que África e a Europa estão construindo", declarou o comissário europeu para o Desenvolvimento, Louis Michel.
Em declaração, a Federação informou que "o Mundial, que utiliza o poder do futebol para fazer uma mudança positiva no mundo, vai deixar uma herança duradoura". Os primeiros cursos serão no Senegal. Jornalistas senegaleses, da Costa do Marfim e do Togo farão as aulas. Outras sessões vão ocorrer na Nigéria, no Egito, na África do Sul, no Gabão, em Moçambique, no Quênia e no Marrocos, informou a agência de notícias Panapress.
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