Fernando Morais divulga primeiro trailer de "Chatô" e defende diretor do filme
Longa estava em produção há 20 anos; diretor Guilherme Fontes pode ser processado por improbidade administrativa
Atualizado em 18/05/2015 às 09:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
O escritor e jornalista , autor do livro "Chatô, o rei do Brasil", divulgou no último domingo (17/5) o primeiro trailer do filme originado da adaptação de sua obra, com direção do ator e diretor Guilherme Fontes. O longa estava em produção há 20 anos.
Crédito:Reprodução Filme sobre Assis Chateaubriand demorou vinte anos para ser produzido
Ao publicar o trailer em sua , Morais defendeu o diretor. "Tenho más notícias para os coleguinhas que urubuzaram o Guilherme Fontes nos últimos anos: o filme 'Chatô, o rei do Brasil', está pronto. Quem viu disse que é o máximo. Para quem não viu, aqui vai, com exclusividade e em primeiríssima mão (com cacófato), o trailer ainda sem finalização", escreveu.
O jornalista e empresário Francisco Assis Chateaubriand Bandeira de Mello foi um dos homens mais influentes do Brasil nas décadas de 1940 e 50. Proprietário dos Diários Associados, que chegou a reunir diversos jornais, revistas e emissoras de rádio, foi também pioneiro da TV no país ao criar a TV Tupi.
Recursos
Em abril, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) iniciou a análise de um processo por suposta prática de improbidade administrativa por Fontes, em suspeita de mau uso de recursos públicos para a realização do filme. O tribunal discute se o diretor, mesmo não sendo membro da administração publica, pode ser processado pelo crime de forma isolada, sem que um agente público também seja acusado.
Segundo o G1, o ministro Benedito Gonçalves solicitou mais tempo para avaliar o caso e retomar a discussão futuramente. A data ainda não foi definida. Caso o órgão considere que ele pode ser processado, o mérito da ação ainda seria julgada pela primeira instância da Justiça Federal.
A relatora do caso, ministra Marga Tessler, considerou Fontes um agente público. O ministro Napoleão Nunes, no entanto, votou na direção contrária, considerando o ator um agente particular e que apenas pode ser processado junto com um agente público.
A ação civil por improbidade foi movida pelo Ministério Público Federal (MPF), ao afirmar que a empresa do diretor recebeu R$ 51 milhões, em forma de isenção fiscal por patrocinadores, mas nunca concluiu a obra nem prestou contas sobre o dinheiro. Fontes alega que a obra foi realizada e nega mau uso dos recursos.
Assista ao vídeo:
Crédito:Reprodução Filme sobre Assis Chateaubriand demorou vinte anos para ser produzido
Ao publicar o trailer em sua , Morais defendeu o diretor. "Tenho más notícias para os coleguinhas que urubuzaram o Guilherme Fontes nos últimos anos: o filme 'Chatô, o rei do Brasil', está pronto. Quem viu disse que é o máximo. Para quem não viu, aqui vai, com exclusividade e em primeiríssima mão (com cacófato), o trailer ainda sem finalização", escreveu.
O jornalista e empresário Francisco Assis Chateaubriand Bandeira de Mello foi um dos homens mais influentes do Brasil nas décadas de 1940 e 50. Proprietário dos Diários Associados, que chegou a reunir diversos jornais, revistas e emissoras de rádio, foi também pioneiro da TV no país ao criar a TV Tupi.
Recursos
Em abril, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) iniciou a análise de um processo por suposta prática de improbidade administrativa por Fontes, em suspeita de mau uso de recursos públicos para a realização do filme. O tribunal discute se o diretor, mesmo não sendo membro da administração publica, pode ser processado pelo crime de forma isolada, sem que um agente público também seja acusado.
Segundo o G1, o ministro Benedito Gonçalves solicitou mais tempo para avaliar o caso e retomar a discussão futuramente. A data ainda não foi definida. Caso o órgão considere que ele pode ser processado, o mérito da ação ainda seria julgada pela primeira instância da Justiça Federal.
A relatora do caso, ministra Marga Tessler, considerou Fontes um agente público. O ministro Napoleão Nunes, no entanto, votou na direção contrária, considerando o ator um agente particular e que apenas pode ser processado junto com um agente público.
A ação civil por improbidade foi movida pelo Ministério Público Federal (MPF), ao afirmar que a empresa do diretor recebeu R$ 51 milhões, em forma de isenção fiscal por patrocinadores, mas nunca concluiu a obra nem prestou contas sobre o dinheiro. Fontes alega que a obra foi realizada e nega mau uso dos recursos.
Assista ao vídeo:





