FENAJ, ABI e Sindicatos definem normas de segurança para cobertura das eleições

Em parceria com a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) , o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio de Janeiro realizou na sexta-feira (19) um debate sobre formas de combater a violência contra jornalistas e comunicadores na cobertura das eleições deste ano, cujo primeiro turno acontece no dia 2 de outubro.

Atualizado em 22/08/2022 às 16:08, por Redação Portal IMPRENSA.


Segundo as entidades, sindicatos patronais, empresas da área de comunicação e veículos de imprensa foram convidados, mas não quiseram participar do encontro.
Crédito: Nando Neves
“A ABI, a FENAJ e os Sindicatos estão fazendo tudo que está ao seu alcance para proteger os jornalistas e as jornalistas, mas as empresas não podem ficar de braços cruzados. Elas têm de assumir as suas responsabilidades também. Vamos cobrar isso e contamos com o apoio do Ministério Público do Trabalho”, disse o presidente da ABI, Octávio Costa.
Também participaram do encontro representantes do Ministério Público do Trabalho, da Defensoria Pública Federal, do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB) e da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD).
O encontro buscou definir um protocolo de segurança para as empresas empregadoras de jornalistas que vão cobrir as eleições.

As recomendações incluem designação de equipes completas para dar apoio aos jornalistas, com auxiliares e motoristas, fornecimento de equipamentos de proteção individual (EPIs), capacitação dos profissionais de imprensa para uso desses equipamentos, treinamento para a cobertura jornalística das eleições e das manifestações, disponibilização de assistência judicial para eventuais problemas e respeito à Notificação Recomendatória do Ministério Público do Trabalho do CE sobre segurança dos jornalistas.