Feijao, farinha e propaganda

Feijao, farinha e propaganda

Atualizado em 14/09/2009 às 18:09, por Karla Lima e  colaboração de São Paulo.

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Incremento de receita, projetos sociais e desenvolvimento econômico animam anunciantes a investir mais no nordeste, região que se destaca apesar da crise

Há alguns meses, o Nordeste tem sido um oásis de boas notícias sobre a economia do país. Os ventos sopram favoravelmente na renda domiciliar, no crescimento do consumo, nas vendas do comércio e na capacidade de atrair investimentos. Quando o IBGE divulgou os baixos números da produção industrial de janeiro a junho, o estado nordestino com pior resultado foi a Bahia, com queda 10,2% - muito menos mal, portanto, que o Espírito Santo, com redução de 29,3%, e que São Paulo, com queda de 14,4%. O recuo médio nacional foi de 13,4%, Pernambuco encolheu menos de 9%, e o Ceará, menos de 7%.

Se a região foi menos afetada pela conjuntura, uma parcela do mérito cabe ao empresariado local. A opinião é de Caio Quinderé, diretor de mídia da Slogan Propaganda, de Fortaleza: "Existiram situações de crise, mas ninguém saiu logo de cara fazendo demissão". E o mercado publicitário, especificamente, teve uma demonstração ao vivo e em cores da diferença de mind set entre os líderes regionais e as figuras de destaque do Sudeste: "No congresso do Maximídia, no fim de 2008, com palestrantes 'de fora' só se falou de crise. Mas quando ocorreu o Comunicar 2009, com profissionais daqui, as análises eram mais realistas sobre os impactos. No fim, chegamos a ter alguns stand-by, mas não houve corte de verbas", relembra.

Leia a matéria completa na edição nº 6 do Caderno de Mídia