Fátima Bernardes fala sobre comerciais e diz que não deixou o “JN” por dinheiro
Fátima diz que mudança de área foi um anseio por aprender coisas novas e que proposta da Seara para fazer comerciais veio no momento certo.
Atualizado em 23/06/2014 às 17:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
Após dois anos como apresentadora do programa “Encontro”, da Rede Globo, a jornalista Fátima Bernardes continua a ser questionada sobre a mudança que desencadeou na atração semanal das manhãs da emissora carioca. Em entrevista ao colunista Leo Dias, do jornal O Dia , Fátima comenta sua participação em campanhas publicitárias, mas diz que não deixou a bancada do “Jornal Nacional” para ganhar dinheiro.
Crédito:Globo/Bruno Soares Fátima diz que não deixou o JN para ganhar dinheiro “Pois é, você e a imprensa inteira achavam que eu vim para ganhar dinheiro (risos). Eu sempre construí meu trabalho passo a passo. Estava vindo para uma área para aprender e não queria que nada atrapalhasse isso”, disse.
Segundo o portal MSN, a ex-âncora do principal telejornal do país acabou se rendendo ao merchandising depois de se consolidar na função de apresentadora de entretenimento. "Achei que estava mais à vontade, fazendo piada, dançando e cantando (risos) e o (publicitário) Washington Olivetto veio me mostrar um texto que foi pensando para que eu fizesse. Era uma proposta da Seara que falava sobre mudança e surpreender, bem a ver comigo, além de ser rentável. Afinal, tenho família e quero dar o melhor para os meus filhos", relembra.
Fátima conta que a rotina profissional ficou mais puxada devido a necessidade da atração ser instantânea. "O programa não é um jornal, mas precisa do factual. É uma roda viva. Eu achava que fazendo o programa de manhã, logo no início da tarde já estaria em casa para tirar um soninho. Nunca consegui esse soninho da tarde", revela. No entanto, a jornalista ressalta que a aposta no segmento foi uma escolha pessoal.
“É o programa dos meus sonhos sim. É tudo que eu sonhei, com as mudanças que ele vem tendo. A TV tem um desgaste muito rápido. Desde o primeiro programa, que eu chamava de carta de intenções, a ideia era de misturar o jornalismo com o entretenimento. O programa tem música, humor, discute a atualidade e tem artista para falar sobre o tema e não das suas carreiras", avalia.
Crédito:Globo/Bruno Soares Fátima diz que não deixou o JN para ganhar dinheiro “Pois é, você e a imprensa inteira achavam que eu vim para ganhar dinheiro (risos). Eu sempre construí meu trabalho passo a passo. Estava vindo para uma área para aprender e não queria que nada atrapalhasse isso”, disse.
Segundo o portal MSN, a ex-âncora do principal telejornal do país acabou se rendendo ao merchandising depois de se consolidar na função de apresentadora de entretenimento. "Achei que estava mais à vontade, fazendo piada, dançando e cantando (risos) e o (publicitário) Washington Olivetto veio me mostrar um texto que foi pensando para que eu fizesse. Era uma proposta da Seara que falava sobre mudança e surpreender, bem a ver comigo, além de ser rentável. Afinal, tenho família e quero dar o melhor para os meus filhos", relembra.
Fátima conta que a rotina profissional ficou mais puxada devido a necessidade da atração ser instantânea. "O programa não é um jornal, mas precisa do factual. É uma roda viva. Eu achava que fazendo o programa de manhã, logo no início da tarde já estaria em casa para tirar um soninho. Nunca consegui esse soninho da tarde", revela. No entanto, a jornalista ressalta que a aposta no segmento foi uma escolha pessoal.
“É o programa dos meus sonhos sim. É tudo que eu sonhei, com as mudanças que ele vem tendo. A TV tem um desgaste muito rápido. Desde o primeiro programa, que eu chamava de carta de intenções, a ideia era de misturar o jornalismo com o entretenimento. O programa tem música, humor, discute a atualidade e tem artista para falar sobre o tema e não das suas carreiras", avalia.





