Família de Steven Sotloff diz que jornalista foi "comprado" pelo Estado Islâmico
Um grupo rebelde sírio teria vendido o refém por um valor entre 25 e 50 mil dólares.
Atualizado em 09/09/2014 às 15:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
Um porta-voz da família do jornalista norte-americano Steven Sotloff, executado em um vídeo publicado pelo Estado Islâmico no dia 2 de setembro, falou à imprensa na última segunda-feira (8/9) sobre o caso. Barak Barfi afirma que o profissional foi "comprado" pelo grupo extremista por um valor entre 25 e 50 mil dólares.
Crédito:Reprodução Representante da família revelou que jornalista foi "comprado" pelo Estado Islâmico
Em entrevista à CNN, o porta-voz afirmou que Sotloff foi capturado por um "grupo rebelde moderado" na Síria, em 2013, após uma emboscada. Posteriormente, o jornalista teria sido vendido para o Estado Islâmico, que acabou decapitando o profissional. Barfi disse que "fontes próximas" confirmaram a informação, inclusive dando detalhes sobre seu sequestro.
O porta-voz ainda condenou a postura do governo norte-americano no caso, dizendo que Sotloff e James Foley - primeiro jornalista decapitado pelo Estado Islâmico - não podem "servir de peões numa disputa burocrática interna".
Crédito:Reprodução Representante da família revelou que jornalista foi "comprado" pelo Estado Islâmico
Em entrevista à CNN, o porta-voz afirmou que Sotloff foi capturado por um "grupo rebelde moderado" na Síria, em 2013, após uma emboscada. Posteriormente, o jornalista teria sido vendido para o Estado Islâmico, que acabou decapitando o profissional. Barfi disse que "fontes próximas" confirmaram a informação, inclusive dando detalhes sobre seu sequestro.
O porta-voz ainda condenou a postura do governo norte-americano no caso, dizendo que Sotloff e James Foley - primeiro jornalista decapitado pelo Estado Islâmico - não podem "servir de peões numa disputa burocrática interna".





