Família de Steven Sotloff cria fundação e oferece bolsas para estudantes de jornalismo
Repórter foi decapitado por membros do grupo radical Estado Islâmico (EI)
Atualizado em 13/11/2014 às 11:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
A família do jornalista americano Steven Sotloff, decapitado por membros do grupo radical Estado Islâmico (EI), criou uma fundação com o objetivo de oferecer bolsas de estudo para quem pretende cursar jornalismo.
Crédito:Reprodução/Facebook Família do jornalista financiará bolsas de estudos para estudantes
De acordo com o The Global Jewish News Source, o "Memorial 2Lives Steven Joel Sotloff" fornecerá bolsas para estudantes de jornalismo que têm paixão, habilidades e desejo de seguir os passos do repórter, como contar histórias de pessoas que vivem em zonas de conflito.
O nome da fundação, que será comandada pela instituição Greater Miami Jewish Federation, é baseada em uma declaração do jornalista em uma das cartas que ele deixou aos pais, Arthur e Shirley Sotloff. "Todo mundo tem duas vidas. A segunda começa quando você percebe que tem apenas uma".
Sotloff havia desaparecido na Síria em agosto de 2013 e apareceu no final do vídeo em que o também jornalista americano James Foley foi decapitado. Ele trabalhava como freelancer para diversas publicações e passou em vários países islâmicos, como o Egito, a Líbia e a Síria.
Crédito:Reprodução/Facebook Família do jornalista financiará bolsas de estudos para estudantes
De acordo com o The Global Jewish News Source, o "Memorial 2Lives Steven Joel Sotloff" fornecerá bolsas para estudantes de jornalismo que têm paixão, habilidades e desejo de seguir os passos do repórter, como contar histórias de pessoas que vivem em zonas de conflito.
O nome da fundação, que será comandada pela instituição Greater Miami Jewish Federation, é baseada em uma declaração do jornalista em uma das cartas que ele deixou aos pais, Arthur e Shirley Sotloff. "Todo mundo tem duas vidas. A segunda começa quando você percebe que tem apenas uma".
Sotloff havia desaparecido na Síria em agosto de 2013 e apareceu no final do vídeo em que o também jornalista americano James Foley foi decapitado. Ele trabalhava como freelancer para diversas publicações e passou em vários países islâmicos, como o Egito, a Líbia e a Síria.





