Família de jornalista morto durante Mundial pede indenização milionária a governo paulista
Administração do estado foi culpada pela morte do repórter, que fazia a cobertura do evento mundial para cerca de três veículos esportivos.
Atualizado em 12/11/2014 às 14:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
O governo do Estado de São Paulo poderá arcar com uma indenização milionária caso seja considerado culpado pela morte do jornalista argentino Jorge López, de 38 anos, vítima de um acidente automobilístico na madrugada do dia 9 de julho deste ano. A família do profissional de imprensa entende que a administração do Estado tem responsabilidade no caso e deve indenização de US$ 1,5 milhão aos seus parentes.
Crédito:Reprodução Família do jornalista Jorge López quer indenização do governo de São Paulo
O acidente ocorreu numa estrada localizada na região de Guarulhos, nos arredores da capital paulista. O repórter estava dentro de um táxi que, durante a viagem, foi atingido por um carro ocupado por criminosos que fugiam de uma perseguição policial. Contratado pela jornalista Verónica Brunati, mulher da vítima, o advogado Carlo Frederico Müller diz tomar as medidas necessárias para conseguir o valor na Justiça.
Sócio do escritório Müller e Müller Advogados, ele deverá representar a família de López no Brasil. Além de patrocinar a ação em que pede a condenação do Estado por danos morais e pensão para os filhos do correspondente internacional, Carlo também vai atuar como assistente de acusação no inquérito criminal contra os bandidos que causaram a tragédia. Ao falar sobre o caso, o profissional de direito argumenta que o Estado tem responsabilidade pela imprudência na operação policial e pela falha do esquema de segurança na cidade por ocasião de um evento da magnitude de uma Copa do Mundo. Jorge López estava no país trabalhando para a rádio La Red e para os jornais Olé , da Argentina, e Sport , na Espanha.
Crédito:Reprodução Família do jornalista Jorge López quer indenização do governo de São Paulo
O acidente ocorreu numa estrada localizada na região de Guarulhos, nos arredores da capital paulista. O repórter estava dentro de um táxi que, durante a viagem, foi atingido por um carro ocupado por criminosos que fugiam de uma perseguição policial. Contratado pela jornalista Verónica Brunati, mulher da vítima, o advogado Carlo Frederico Müller diz tomar as medidas necessárias para conseguir o valor na Justiça.
Sócio do escritório Müller e Müller Advogados, ele deverá representar a família de López no Brasil. Além de patrocinar a ação em que pede a condenação do Estado por danos morais e pensão para os filhos do correspondente internacional, Carlo também vai atuar como assistente de acusação no inquérito criminal contra os bandidos que causaram a tragédia. Ao falar sobre o caso, o profissional de direito argumenta que o Estado tem responsabilidade pela imprudência na operação policial e pela falha do esquema de segurança na cidade por ocasião de um evento da magnitude de uma Copa do Mundo. Jorge López estava no país trabalhando para a rádio La Red e para os jornais Olé , da Argentina, e Sport , na Espanha.





