Família de jornalista americano quer decapitador do Estado Islâmico preso
Suposto assassino do repórter teve a identidade revelada na última quinta-feira (26/2)
Atualizado em 27/02/2015 às 09:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
A família do jornalista americano Steven Sotloff, morto no ano passado por jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI), quer o que decapitador seja imediatamente preso. Na última quinta-feira (26/2), o suposto assassino do repórter teve a identidade revelada.
Crédito:Reprodução Família do jornalista (foto) pede a prisão do decapitador do Estado Islâmico
De acordo com a AFP, a afirmação foi feita pelo porta-voz da família, Barak Barfi, após a imprensa americana divulgar a identidade do "Jihadista John". "Se Mohammed Emwazi - como foi identificado - for o homem que executou Steve, os Sotloff confiam, inteiramente, em que os serviços de Segurança e de Inteligência americanas vão capturá-lo", declarou.
"Anseiam pelo dia em que John será julgado e condenado pelo crime de executar Steve. É assim que funciona a Justiça americana e é assim que essa nação prevalecerá sobre as forças malignas que querem impedir nosso estilo de vida", acrescentou ele.
Após aparecer mascarado em diversos vídeos executando reféns ocidentais, o militante foi identificado por vários jornais como Emwazi, um jovem programador britânico que teria viajado para a Síria em 2012.
Steven Sotloff foi decapitado pelos extremistas um ano depois de ter sido sequestrado na Síria, em represália aos ataques aéreos americanos contra o Estado Islâmico no Iraque.
Crédito:Reprodução Família do jornalista (foto) pede a prisão do decapitador do Estado Islâmico
De acordo com a AFP, a afirmação foi feita pelo porta-voz da família, Barak Barfi, após a imprensa americana divulgar a identidade do "Jihadista John". "Se Mohammed Emwazi - como foi identificado - for o homem que executou Steve, os Sotloff confiam, inteiramente, em que os serviços de Segurança e de Inteligência americanas vão capturá-lo", declarou.
"Anseiam pelo dia em que John será julgado e condenado pelo crime de executar Steve. É assim que funciona a Justiça americana e é assim que essa nação prevalecerá sobre as forças malignas que querem impedir nosso estilo de vida", acrescentou ele.
Após aparecer mascarado em diversos vídeos executando reféns ocidentais, o militante foi identificado por vários jornais como Emwazi, um jovem programador britânico que teria viajado para a Síria em 2012.
Steven Sotloff foi decapitado pelos extremistas um ano depois de ter sido sequestrado na Síria, em represália aos ataques aéreos americanos contra o Estado Islâmico no Iraque.





