Família de cronista assassinado em GO organiza protesto por justiça
Parentes e amigos do cronista esportivo Valério Luiz de Oliveira, assassinado com seis tiros em 5 de julho do ano passado na porta da rádio onde trabalhava, em Goiás, participam uma passeata nesta sexta-feira (5/7) para lembrar o caso.
Atualizado em 05/07/2013 às 12:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
O protesto é organizado pelo Instituto Valério Luiz, entidade criada por pessoas próximas ao jornalista com a missão de acompanhar o caso.
Crédito:Divulgação Após um ano, assassinato do jornalista ainda não foi solucionado
"A nossa luta é para que os acusados vão a júri popular", diz o advogado Valério. Segundo o G1, a Polícia Civil acredita que o crime está ligado às críticas e denúncias que o comentarista fazia aos times de futebol do estado, principalmente o Atlético-GO. Um inquérito aponta o empresário e ex-dirigente do clube, Maurício Sampaio, como mandante do crime. Dos cinco acusados de participação no assassinato, quatro aguardam o julgamento em liberdade.
"Essa luta não é mais só da família do Valério, esse foi um crime de opinião e um atentado à liberdade de expressão", diz Valério Filho, filho do cronista.
"Não tenho dúvida que foi um recado para a imprensa inteira. Meu pai poderia ter sido assassinado em qualquer lugar, quando saía para andar de bicicleta, por exemplo, mas o crime aconteceu na porta da rádio", acrescenta o filho da vítima.
"Se a gente não se organizasse, daqui um tempo ninguém poderia falar mais nada. Essa violência foi uma manifestação de poder. Quem fez aquilo fez acreditando na impunidade", afirma.
Crédito:Divulgação Após um ano, assassinato do jornalista ainda não foi solucionado
"A nossa luta é para que os acusados vão a júri popular", diz o advogado Valério. Segundo o G1, a Polícia Civil acredita que o crime está ligado às críticas e denúncias que o comentarista fazia aos times de futebol do estado, principalmente o Atlético-GO. Um inquérito aponta o empresário e ex-dirigente do clube, Maurício Sampaio, como mandante do crime. Dos cinco acusados de participação no assassinato, quatro aguardam o julgamento em liberdade.
"Essa luta não é mais só da família do Valério, esse foi um crime de opinião e um atentado à liberdade de expressão", diz Valério Filho, filho do cronista.
"Não tenho dúvida que foi um recado para a imprensa inteira. Meu pai poderia ter sido assassinado em qualquer lugar, quando saía para andar de bicicleta, por exemplo, mas o crime aconteceu na porta da rádio", acrescenta o filho da vítima.
"Se a gente não se organizasse, daqui um tempo ninguém poderia falar mais nada. Essa violência foi uma manifestação de poder. Quem fez aquilo fez acreditando na impunidade", afirma.





