Falta de papel interrompe circulação de três jornais na Venezuela
Três jornais da Venezuela — El Guayanés, El Venezolano e El Expreso — deixaram de circular e outros três — El Correo del Caroní, El Progreso e Notidiário — têm papel para poucas semanas, graças às falhas para importação de papel jornal no país.
Atualizado em 24/01/2014 às 16:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
El Guayanés , El Venezolano e El Expreso — deixaram de circular e outros três — El Correo del Caroní, El Progreso e Notidiário — têm papel para poucas semanas, graças às falhas para importação de papel jornal no país.
Crédito:Divulgação Problemas com importação causou a crise na imprensa venezuelana
Segundo a EBC, desde setembro do ano passado, sete veículos interromperam a circulação aos fins de semana, ou permanentemente, enquanto na primeira quinzena de 2014 mais de vinte, em nove estados, reportaram dificuldades para adquirir o material.
Angélica Fereira, secretária geral do Colégio Nacional de Jornalistas (CNP na sigla em espanhol), analisa o caso como "lamentável". "Não temos papel porque não temos recursos", disse Angélica.
A Venezuela é um país com grande dependência de importações e possui um severo controle de câmbio desde fevereiro de 2003, quando se tornou mais difícil para empresas de imprensa conseguiram repasse de dinheiro do setor privado.
Crédito:Divulgação Problemas com importação causou a crise na imprensa venezuelana
Segundo a EBC, desde setembro do ano passado, sete veículos interromperam a circulação aos fins de semana, ou permanentemente, enquanto na primeira quinzena de 2014 mais de vinte, em nove estados, reportaram dificuldades para adquirir o material.
Angélica Fereira, secretária geral do Colégio Nacional de Jornalistas (CNP na sigla em espanhol), analisa o caso como "lamentável". "Não temos papel porque não temos recursos", disse Angélica.
A Venezuela é um país com grande dependência de importações e possui um severo controle de câmbio desde fevereiro de 2003, quando se tornou mais difícil para empresas de imprensa conseguiram repasse de dinheiro do setor privado.





