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Anunciantes e agências têm no público feminino um grande mercado: veja alguns dos perfis de consumidoras
O gaúcho Petrônio Corrêa iniciou a carreira como jornalista. Foi a publicidade, entretanto, e o seu talento diplomático que o tornaram famoso no mercado. Corrêa ajudou a fundar a MPM, agência que liderou o mercado por mais de uma década entre os anos 1970 e 1980; presidiu a Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap); e participou da criação do Conselho Nacional de Auto- Regulamentação Publicitária (Conar). Em 1998 reuniu-se, por sugestão de Octávio Florisbal - então superintendente comercial da rede Globo -, com os principais representantes da propaganda, dos veículos e dos anunciantes brasileiros para normatizarem o setor publicitário e disciplinarem as relações entre o mercado de mídia. Em dezembro daquele ano nasceu o Conselho Executivo das Normas-Padrão (Cenp), que se reuniu pela primeira vez em janeiro de 1999 para debater os princípios éticos que ajudariam a guiar a entidade.
Passados dez anos, o Cenp já inspira o respeito alcançado pelo irmão mais velho, o Conar, apesar de ainda lutar para conquistar a mesma confiança. "É o que eu sempre digo: conversa, conversa e conversa", diz Corrêa, ao explicar a missão cotidiana da entidade de melhorar a certificação das agências Brasil afora. "Foi sempre feito um trabalho de convencimento e vamos conquistando aos poucos, não é fácil."
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