“Faço o programa como se tivesse conversando com amigos”, diz Rezende
Em resposta aos comentários nas redes sociais e ao aumento do Ibope da Record com a transmissão, no “Cidade Alerta”, dos protestos contra o
Atualizado em 21/06/2013 às 12:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
Em resposta aos comentários nas redes sociais e ao aumento do Ibope da Record com a transmissão dos protestos contra o aumento das tarifas de transporte público no “Cidade Alerta”, o apresentador da atração, Marcelo Rezende, explicou: “Faço o programa como se tivesse conversando com amigos e comento os fatos como um cidadão e com base nos meus sentimentos”.
Crédito:Divulgação Apresentador comentou erros e broncas durante transmissão
Segundo o blog , da Veja São Paulo , parte da audiência do programa elogiava as falas de Rezende, enquanto outra ria das gafes cometidas por ele, como, por exemplo, chamar o Largo da Batata de Largo do Batata. “Encarei na boa as piadas sobre meus erros”, afirma. “Naquele momento, eu tinha dois helicópteros e quatro equipes falando comigo. A cabeça não consegue decodificar todas as informações”, completou.
Quanto aos momentos em que dá bronca ao vivo na equipe, o apresentador diz: “Minha relação com repórteres, técnicos e diretores é tensa. Como não tem roteiro, eles não podem imaginar o que farei. Então, corrijo todo mundo no ar. Mas ninguém fica magoado.”
Entre as broncas, uma das dirigidas aos funcionários que editam o programa foi: “Vamos, meu filho, eu já falei. O que é que tá demorando? Quem não fica agoniado desse jeito?”. Já a uma repórter que estava in loco, ele orientou: “Alguém avisa que quanto mais calma ela falar, melhor! Fabiana, não dispute com o povo, que está falando alto. Fale devagar e com calma. Como ninguém orienta, eu oriento.”
Crédito:Divulgação Apresentador comentou erros e broncas durante transmissão
Segundo o blog , da Veja São Paulo , parte da audiência do programa elogiava as falas de Rezende, enquanto outra ria das gafes cometidas por ele, como, por exemplo, chamar o Largo da Batata de Largo do Batata. “Encarei na boa as piadas sobre meus erros”, afirma. “Naquele momento, eu tinha dois helicópteros e quatro equipes falando comigo. A cabeça não consegue decodificar todas as informações”, completou.
Quanto aos momentos em que dá bronca ao vivo na equipe, o apresentador diz: “Minha relação com repórteres, técnicos e diretores é tensa. Como não tem roteiro, eles não podem imaginar o que farei. Então, corrijo todo mundo no ar. Mas ninguém fica magoado.”
Entre as broncas, uma das dirigidas aos funcionários que editam o programa foi: “Vamos, meu filho, eu já falei. O que é que tá demorando? Quem não fica agoniado desse jeito?”. Já a uma repórter que estava in loco, ele orientou: “Alguém avisa que quanto mais calma ela falar, melhor! Fabiana, não dispute com o povo, que está falando alto. Fale devagar e com calma. Como ninguém orienta, eu oriento.”





