Facebook investe em serviços de checagem para combater notícias falsas
O Facebook anunciou na última quinta-feira (15/12) que irá lançar uma série de ferramentas para evitar a disseminação de notícias falsas na rede social.
Atualizado em 16/12/2016 às 11:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
quinta-feira (15/12) que irá lançar uma série de ferramentas para evitar a disseminação de notícias falsas na rede social.
Crédito:Divulgação
Segundo a Folha de S.Paulo , a empresa facilitará a marcação de artigos falsos em seus feeds de notícias e trabalhará em parceria com serviços de checagem de fatos da ABC, da Associated Press, do FactCheck, do Snopes e do PolitiFact, vencedor do Pulitzer.
Outros serviços de checagem ligados à Rede Internacional de Checadores também devem entrar na parceria. Entre eles, estão três brasileiros - a Agência Lupa, Truco e Aos Fatos.
A ideia é usar os serviços para checar a veracidade da publicação que for sinalizada ("flagged") como notícia falsa pelos usuários. Haverá um link para o artigo correspondente explicando o porquê da classificação.
Segundo o vice-presidente do Feed de Notícias do Facebook, Adam Mosseri, os posts sinalizados poderão ser compartilhados, mas haverá um aviso de que foi contestado. Essas publicações não poderão ser transformadas em anúncio ou promovidas e também terão menos destaques.
A rede social enfrentou críticas duras por não conseguir conter notícias falsas na corrida presidencial dos Estados Unidos."Não podemos nos tornar árbitros da verdade, então estamos abordando esse problema com cuidado", frisou o executivo.
Crédito:Divulgação
Segundo a Folha de S.Paulo , a empresa facilitará a marcação de artigos falsos em seus feeds de notícias e trabalhará em parceria com serviços de checagem de fatos da ABC, da Associated Press, do FactCheck, do Snopes e do PolitiFact, vencedor do Pulitzer.
Outros serviços de checagem ligados à Rede Internacional de Checadores também devem entrar na parceria. Entre eles, estão três brasileiros - a Agência Lupa, Truco e Aos Fatos.
A ideia é usar os serviços para checar a veracidade da publicação que for sinalizada ("flagged") como notícia falsa pelos usuários. Haverá um link para o artigo correspondente explicando o porquê da classificação.
Segundo o vice-presidente do Feed de Notícias do Facebook, Adam Mosseri, os posts sinalizados poderão ser compartilhados, mas haverá um aviso de que foi contestado. Essas publicações não poderão ser transformadas em anúncio ou promovidas e também terão menos destaques.
A rede social enfrentou críticas duras por não conseguir conter notícias falsas na corrida presidencial dos Estados Unidos."Não podemos nos tornar árbitros da verdade, então estamos abordando esse problema com cuidado", frisou o executivo.





