Facebook é acusado de permitir comunidades que negam o Holocausto

Facebook é acusado de permitir comunidades que negam o Holocausto

Atualizado em 11/05/2009 às 17:05, por Redação Portal IMPRENSA.

A rede social Facebook está sendo acusada de não bloquear perfis e comunidades que negam a existência do Holocausto. Segundo a CNN, a primeira acusação apareceu no blog do procurador norte-americano Brian Cuban. Ele afirmou que o site de relacionamentos permite a criação destes grupos, e que isso vai contra os termos de utilização do próprio Facebook.

De acordo com o porta-voz do site, Barry Shnitt, o bloqueio só é feito em países onde a negação do extermínio de judeus na 2ª Guerra Mundial é ilegal, como Alemanha e Israel. Ele declarou que o Facebook é um lugar para que as ideias, "mesmo as controversas, sejam discutidas".

O site pretende "criar um equilíbrio entre dar aos usuários liberdade para expressarem as suas opiniões - mesmo as que são controversas ou que possam ser consideradas repulsivas - enquanto garante que nenhum indivíduo ou grupo de pessoas se sinta ameaçado ou em perigo", disse Shnitt.

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