Facebook cancela jogo que retratava violência contra ativistas gays na Geórgia
Um jogo no Facebook chamado “Call of Taburetka”, com o qual usuários controlavam um padre hostil a manifestantes gays, foi retirado do ar pela rede social após causar polêmica na Geórgia.
Atualizado em 07/06/2013 às 16:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
“Call of Taburetka”, com o qual usuários controlavam um padre hostil a manifestantes gays, foi retirado do ar pela rede social após causar polêmica na Geórgia. O game recriava a violência que eclodiu em 17 de maio durante a marcha do Dia Internacional contra a Homofobia, realizada na cidade de Tbilisi.
De acordo com o Terra, os jogadores controlavam um padre, que atirava bancos na multidão, destruindo manifestantes e ônibus. Durante a passeata em maio, milhares de pessoas, incluindo algumas vestidas de padres ortodoxos, atacaram ativistas com pedras, paus e, em pelo menos um caso, um banquinho. Ao todo, 17 pessoas ficaram feridas.
Respondendo aos críticos pelo Facebook, o criador do game disse: "Queridos amigos, este jogo não é anti-gay, apenas descreve o que aconteceu em 17 de maio".
Contudo, o Facebook retirou o aplicativo do ar por violação dos termos do serviço, que proíbem o discurso de ódio motivado por diferença de "raça, etnia, nacionalidade, religião, sexo, gênero, orientação sexual, deficiência ou condição médica".
De acordo com o Terra, os jogadores controlavam um padre, que atirava bancos na multidão, destruindo manifestantes e ônibus. Durante a passeata em maio, milhares de pessoas, incluindo algumas vestidas de padres ortodoxos, atacaram ativistas com pedras, paus e, em pelo menos um caso, um banquinho. Ao todo, 17 pessoas ficaram feridas.
Respondendo aos críticos pelo Facebook, o criador do game disse: "Queridos amigos, este jogo não é anti-gay, apenas descreve o que aconteceu em 17 de maio".
Contudo, o Facebook retirou o aplicativo do ar por violação dos termos do serviço, que proíbem o discurso de ódio motivado por diferença de "raça, etnia, nacionalidade, religião, sexo, gênero, orientação sexual, deficiência ou condição médica".





