Exército tailandês censura emissoras de rádio e TV do país após declarar lei marcial
Militares dizem que medida serve para garantir veracidade de informações.
Atualizado em 20/05/2014 às 09:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
O exército tailandês pediu nesta terça-feira (20/5) que todas as emissoras de rádios e televisões do país alterem sua programação habitual para se conectarem com os meios de comunicação militares "quando for solicitado".
Crédito:Reprodução Exércitou proibiu dez emissoras de transmitir notícias sem sua autorização
Segundo a EFE, os militares argumentam que a medida tem como objetivo assegurar que todas as informações transmitidas sejam verdadeiras. A Tailândia vive uma grave crise desde o golpe de Estado que derrubou o governo de Thaksin Shinawatra, em 2006, com frequentes atos populares contra o Executivo.
O canal Blue Sky, que apoia as manifestações antigovernamentais, substituiu as imagens dos protestos que costuma exibir por uma mensagem que informa sobre o fim da transmissão. Já os funcionários da Thaicom Plc, companhia que comanda o único satélite do país, foram solicitados a não comparecerem ao trabalho.
Aproximadamente 100 efetivos militares ocuparam as instalações da operadora. Uma série de fotografias que foram divulgadas nas redes sociais mostram a presença dos militares em outras emissoras locais, como a PBS e o Canal 3.
O pedido à imprensa veio após o chefe do Exército tailandês, Prayuth Chan-Ocha, declarar a chamada lei marcial. De acordo com as autoridades, a medida pretende garantir "a paz e a ordem" nos protestos populares, nos quais morreram 28 pessoas desde o final de 2013.
Crédito:Reprodução Exércitou proibiu dez emissoras de transmitir notícias sem sua autorização
Segundo a EFE, os militares argumentam que a medida tem como objetivo assegurar que todas as informações transmitidas sejam verdadeiras. A Tailândia vive uma grave crise desde o golpe de Estado que derrubou o governo de Thaksin Shinawatra, em 2006, com frequentes atos populares contra o Executivo.
O canal Blue Sky, que apoia as manifestações antigovernamentais, substituiu as imagens dos protestos que costuma exibir por uma mensagem que informa sobre o fim da transmissão. Já os funcionários da Thaicom Plc, companhia que comanda o único satélite do país, foram solicitados a não comparecerem ao trabalho.
Aproximadamente 100 efetivos militares ocuparam as instalações da operadora. Uma série de fotografias que foram divulgadas nas redes sociais mostram a presença dos militares em outras emissoras locais, como a PBS e o Canal 3.
O pedido à imprensa veio após o chefe do Exército tailandês, Prayuth Chan-Ocha, declarar a chamada lei marcial. De acordo com as autoridades, a medida pretende garantir "a paz e a ordem" nos protestos populares, nos quais morreram 28 pessoas desde o final de 2013.





