Ex-secretário de MT teria pago R$ 100 mil a jornalistas acusados de extorsão
O ex-secretário da Casa Civil, de Indústria e Comércio, Pedro Nadaf, teria pago R$ 100 mil para jornalistas do Grupo Milas Comuni
Atualizado em 15/03/2016 às 13:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
O ex-secretário da Casa Civil, de Indústria e Comércio, Pedro Nadaf, teria pago R$ 100 mil para do Grupo Milas Comunicação com o objetivo de evitar que notícias a seu respeito fossem divulgadas. Ele foi detido e denunciado em setembro de 2015 por crime de extorsão ao empresário João Rosa, em um esquema de venda de concessão de incentivos fiscais.
Crédito:Reprodução Ex-secretário teria pago R$ 100 mil de extorsão aos jornalistas
De acordo com a FolhaMax, a investigação da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz) apontou que o ex-secretário pagou a quantia com três cheques, dois nos valor de R$ 30 mil e outro de R$ 40 mil.
O jornalista Antônio Peres Pacheco e o auditor fiscal Walmir Corrêa, da Prefeitura de Cuiabá, presos na operação policial, devem ser ouvidos pela Delegacia Fazendária nesta terça-feira (15/3). A dupla está em prisão temporária de cinco dias.
No último sábado (12/3), a Operação "Liberdade de Extorsão" prendeu os jornalistas Antônio Carlos Milas de Oliveira, dono do Jornal Centro Oeste Popular, os filhos dele Maycon e Max Feitosa Milas, do Notícia Max , além de Naedson Martins da Silva, editor chefe do Brasil Notícias , e Antônio Peres Pacheco.
Segundo o delegado da Fazendária, Anderson Veiga, todos os profissionais participaram nos crimes de coação e extorsão de pessoas, que teriam sido obrigadas a pagar entre 100 a 300 mil para não ter informações divulgadas nos veículos.
Posicionamento Grupo Milas
Em nota, o Grupo Milas de Comunicação pronunciou-se sobre o caso:
"O Grupo Milas de Comunicação informa a seus colaboradores, anunciantes e principalmente à população, que todas as acusações que seus diretores e funcionários estão sofrendo serão esclarecidas em depoimento a Polícia. Na manhã de sábado (12), diretores do GM foram acusados de exortação a autoridades públicas, fato que será esclarecido. Vale ressaltar que o Grupo Milas tem divulgado matérias de denúncia envolvendo nomes de pessoas importantes no Estado.
Os veículos de imprensa do GM sempre se pautaram pela verdade e tem como linha editorial o Jornalismo Investigativo, o que tem incomodado poderosos do Estado e resultando em constantes ameaças e intimações aos funcionários e diretores do Grupo Milas de comunicação. A imprensa cumpre seu papel constitucional de reportar os fatos de interesse da sociedade e é isso que os jornais do GM faz diariamente.
Os jornalistas, acusados, estão prontos a esclarecer todas as informações que os investigadores desejarem".
Crédito:Reprodução Ex-secretário teria pago R$ 100 mil de extorsão aos jornalistas
De acordo com a FolhaMax, a investigação da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz) apontou que o ex-secretário pagou a quantia com três cheques, dois nos valor de R$ 30 mil e outro de R$ 40 mil.
O jornalista Antônio Peres Pacheco e o auditor fiscal Walmir Corrêa, da Prefeitura de Cuiabá, presos na operação policial, devem ser ouvidos pela Delegacia Fazendária nesta terça-feira (15/3). A dupla está em prisão temporária de cinco dias.
No último sábado (12/3), a Operação "Liberdade de Extorsão" prendeu os jornalistas Antônio Carlos Milas de Oliveira, dono do Jornal Centro Oeste Popular, os filhos dele Maycon e Max Feitosa Milas, do Notícia Max , além de Naedson Martins da Silva, editor chefe do Brasil Notícias , e Antônio Peres Pacheco.
Segundo o delegado da Fazendária, Anderson Veiga, todos os profissionais participaram nos crimes de coação e extorsão de pessoas, que teriam sido obrigadas a pagar entre 100 a 300 mil para não ter informações divulgadas nos veículos.
Posicionamento Grupo Milas
Em nota, o Grupo Milas de Comunicação pronunciou-se sobre o caso:
"O Grupo Milas de Comunicação informa a seus colaboradores, anunciantes e principalmente à população, que todas as acusações que seus diretores e funcionários estão sofrendo serão esclarecidas em depoimento a Polícia. Na manhã de sábado (12), diretores do GM foram acusados de exortação a autoridades públicas, fato que será esclarecido. Vale ressaltar que o Grupo Milas tem divulgado matérias de denúncia envolvendo nomes de pessoas importantes no Estado.
Os veículos de imprensa do GM sempre se pautaram pela verdade e tem como linha editorial o Jornalismo Investigativo, o que tem incomodado poderosos do Estado e resultando em constantes ameaças e intimações aos funcionários e diretores do Grupo Milas de comunicação. A imprensa cumpre seu papel constitucional de reportar os fatos de interesse da sociedade e é isso que os jornais do GM faz diariamente.
Os jornalistas, acusados, estão prontos a esclarecer todas as informações que os investigadores desejarem".





