Ex-presidente francês solicita retirada de gravações divulgadas na imprensa
Nesta segunda-feira (10/3), o ex-presidente francês, Nicolas Sarkozy, solicitou a retirada das gravações feitas pelo jornalista e ex-conselheiro, Patrick Buisson, publicadas no site .
Atualizado em 10/03/2014 às 13:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Os áudios, segundo ele, podem comprometer seu retorno à política.
Crédito:Reprodução Jornalista diz que gravações foram roubadas
Segundo AFP, as ações judiciais com caráter de urgência ante o tribunal de grande instância de Paris têm como alvos Buisson e o portal Atlantico que publicou trechos de conversas do ex-chefe de Estado.
Para o advogado do ex-conselheiro, Gilles William Goldnadel, o pedido de Sarkozy é "moralmente legítimo". Ex-diretor de um jornal de extrema-direita, o jornalista afirmou não possuir os arquivos e deve apresentar denúncia de roubo de seus materiais de trabalho.
O procedimento visa a retirada das gravações divulgadas, assim como uma decisão a respeito da divulgação de novos trechos gravados clandestinamente por Buisson durante a presidência de Sarkozy (2007-2012).
O site retirou apenas o trecho das conversas gravadas no dia 26 de fevereiro de 2011, nas quais era possível ouvir a ex-primeira-dama, Carla Bruni, ao considerar que ela "não é uma personalidade política".
Crédito:Reprodução Jornalista diz que gravações foram roubadas
Segundo AFP, as ações judiciais com caráter de urgência ante o tribunal de grande instância de Paris têm como alvos Buisson e o portal Atlantico que publicou trechos de conversas do ex-chefe de Estado.
Para o advogado do ex-conselheiro, Gilles William Goldnadel, o pedido de Sarkozy é "moralmente legítimo". Ex-diretor de um jornal de extrema-direita, o jornalista afirmou não possuir os arquivos e deve apresentar denúncia de roubo de seus materiais de trabalho.
O procedimento visa a retirada das gravações divulgadas, assim como uma decisão a respeito da divulgação de novos trechos gravados clandestinamente por Buisson durante a presidência de Sarkozy (2007-2012).
O site retirou apenas o trecho das conversas gravadas no dia 26 de fevereiro de 2011, nas quais era possível ouvir a ex-primeira-dama, Carla Bruni, ao considerar que ela "não é uma personalidade política".





