Ex-porta-voz do WikiLeaks teria destruído documentos sigilosos
Desde sua saída em setembro do ano passado do WikiLeaks, o ex-porta-voz Daniel Domscheit-Berg é acusado de ter roubado milhares de documentos da plataforma de Julian Assange, inclusive a lista de "no-fly" dos EUA (lista de pessoas que não podem decolar do país), informa a Domscheit-Berg teve um desentendimento com o criador do site de vazamentos e deixou a organização.
Atualizado em 23/08/2011 às 09:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Segundo um informe atribuído a Julian Assange, Berg teria apagado cinco gigabytes de dados do Bank of America, além de comunicações internas de 20 organizações neo-nazistas e informações interceptadas pelos EUA de mais de 100 empresas da internet.
Pelo Twitter, o WikiLeaks confirma as afirmações. "Podemos confirmar que DDB (Daniel Domscheit-Berg) destruiu dados, incluindo uma cópia da lista 'no-fly' integral dos Estados Unidos."
O ex-colega de Assange afirma que destruiu a lista de "no-fly" para que as fontes não fossem comprometidas, mas quanto aos outros documentos, ele negou as acusações.
Em entrevista recente à revista Der Spiegel, um porta-voz do site WikiLeaks questionou a integridades de Domscheit-Berg, afirmando que ele vivia uma crise de credibilidade.
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Pelo Twitter, o WikiLeaks confirma as afirmações. "Podemos confirmar que DDB (Daniel Domscheit-Berg) destruiu dados, incluindo uma cópia da lista 'no-fly' integral dos Estados Unidos."
O ex-colega de Assange afirma que destruiu a lista de "no-fly" para que as fontes não fossem comprometidas, mas quanto aos outros documentos, ele negou as acusações.
Em entrevista recente à revista Der Spiegel, um porta-voz do site WikiLeaks questionou a integridades de Domscheit-Berg, afirmando que ele vivia uma crise de credibilidade.
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