Ex-porta-voz do WikiLeaks sofre crise de credibilidade
O ex-porta-voz do grupo WikiLeaks e braço direito de Julian Assange, Daniel Domscheit-Berg, foi expulso do maior grupo de hackers da Alemanha, o Computer Chaos Club (CCC), depois de tentar se utilizar da organização para benefício próprio, informa o site da revista , nesta segunda-feira (15).
Atualizado em 15/08/2011 às 11:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
e braço direito de Julian Assange, Daniel Domscheit-Berg, foi expulso do maior grupo de hackers da Alemanha, o Computer Chaos Club (CCC), depois de tentar se utilizar da organização para benefício próprio, informa o site da revista , nesta segunda-feira (15). Domscheit-Berg também é acusado por Assange de ter levado mais de três mil documentos não publicados pelo WikiLeaks, depois de seu afastamento, em setembro de 2010.
Segundo o porta-voz do CCC, Andy Müller-Maguhn, a expulsão ocorreu durante um evento que reunia todos os hackers do grupo, em Brademburgo, na semana passada. Domscheit-Berg pediu para que tentassem invadir a plataforma que criara nos moldes do WikiLeaks, o OpenLeaks, para comprovar a confiabilidade do site.
Domscheit-Berg foi afastado da organização de vazamento de documentos depois de brigar com o fundador do site, Julian Assange. Ele resolveu criar sua própria plataforma, que, conforme suas palavras, seria mais privada e segura, para que as fontes anônimas e parceiros da mídia se relacionassem com mais segurança.
Em entrevista à Der Spiegel, Müller-Maguhn afirmou que ele havia sido expulso do grupo, deixando questões sobre sua credibilidade. "O fato de ele ter vindo do WikiLeaks foi primordial para termos recebido ele bem. Nós fomos simpáticos ao plano dele de construir uma nova plataforma. Mas, agora, eu duvido da integridade de Domscheit-Berg; ele certamente é flexível com fatos", comenta Maguhn. O porta-voz da CCC era o intermediário nas negociações entre Assange e Daniel, para que o último devolva o material não publicado que ele levou quando saiu do WikiLeaks, em setembro. Ele desistiu dos esforços na última quinta-feira (11).
A organização de Assange reiterou sua , de que irá processar Domscheit-Berg, publicada em setembro do ano passado, em decorrência dos acontecimentos recentes. Segundo a nota, os motivos pelos quais ele será processado decorrem de afirmações publicadas em seu livro "Por dentro do WikiLeaks: Meu tempo com Julian Asssange o website mais perigoso do mundo", que teriam a intenção de sabotar a organização.
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Segundo o porta-voz do CCC, Andy Müller-Maguhn, a expulsão ocorreu durante um evento que reunia todos os hackers do grupo, em Brademburgo, na semana passada. Domscheit-Berg pediu para que tentassem invadir a plataforma que criara nos moldes do WikiLeaks, o OpenLeaks, para comprovar a confiabilidade do site.
Domscheit-Berg foi afastado da organização de vazamento de documentos depois de brigar com o fundador do site, Julian Assange. Ele resolveu criar sua própria plataforma, que, conforme suas palavras, seria mais privada e segura, para que as fontes anônimas e parceiros da mídia se relacionassem com mais segurança.
Em entrevista à Der Spiegel, Müller-Maguhn afirmou que ele havia sido expulso do grupo, deixando questões sobre sua credibilidade. "O fato de ele ter vindo do WikiLeaks foi primordial para termos recebido ele bem. Nós fomos simpáticos ao plano dele de construir uma nova plataforma. Mas, agora, eu duvido da integridade de Domscheit-Berg; ele certamente é flexível com fatos", comenta Maguhn. O porta-voz da CCC era o intermediário nas negociações entre Assange e Daniel, para que o último devolva o material não publicado que ele levou quando saiu do WikiLeaks, em setembro. Ele desistiu dos esforços na última quinta-feira (11).
A organização de Assange reiterou sua , de que irá processar Domscheit-Berg, publicada em setembro do ano passado, em decorrência dos acontecimentos recentes. Segundo a nota, os motivos pelos quais ele será processado decorrem de afirmações publicadas em seu livro "Por dentro do WikiLeaks: Meu tempo com Julian Asssange o website mais perigoso do mundo", que teriam a intenção de sabotar a organização.
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