Ex-policial acusado de sequestrar e matar uma jornalista em 2010 vai a júri
Durante as investigações, Rodrigo Domingues Medina confessou o crime, mas depois alegou ter sido pressionado para assumir o ato criminoso.
Atualizado em 20/08/2014 às 16:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
O ex-policial militar Rodrigo Domingues Medina deve ser julgado nesta semana pela morte da jornalista Luciana Barreto Montanhana, de 29 anos. Ele é acusado de sequestrar, e posteriormente, assassinar, a repórter no final de 2010. Após quatro anos de espera, o caso deve ser levado a júri.
Segundo o G1, ele responde a diversos crimes no mesmo processo, entre eles extorsão mediante sequestro com resultado morte, ocultação de cadáver, três tentativas de homicídios e resistência à prisão contra outras cinco vítimas que estão vivas. O julgamento será composto por um júri popular.
A justiça avaliará a acusação que aponta que Medina cometeu extorsão por R$ 500 mil de resgate ao pai da vítima, José Ivanor Montanhana, e ao noivo dele à época, Daniel Fernandes Chaves Pereira. Ele responde ainda por uma tentativa de homicídio e resistência à prisão, pois atirou contra três policiais que o prenderam quando era investigado como suspeito no sumiço da jornalista.
O caso será avaliado no Fórum de Santana, em SP. Procurado, o advogado do suspeito disse que não vai se pronunciar. Para a promotoria, o réu chegou a confessar os crimes. “Pedirei a Justiça a condenação do réu e uma pena superior a 30 anos de prisão, aproximada a 50 anos ”, disse.
“O acusado, perante a autoridade policial, confessou, na presença de seu advogado, que sequestrou Luciana Barreto Montanhana, com o fim de obter, para si, quantia em dinheiro como preço do resgate. Disse que apertou demais a algema de plástico do pescoço da vítima, causando-lhe a morte”, escreveu a juíza em 2012, em decisão que levou o ex-policial militar a júri popular.
Segundo o G1, ele responde a diversos crimes no mesmo processo, entre eles extorsão mediante sequestro com resultado morte, ocultação de cadáver, três tentativas de homicídios e resistência à prisão contra outras cinco vítimas que estão vivas. O julgamento será composto por um júri popular.
A justiça avaliará a acusação que aponta que Medina cometeu extorsão por R$ 500 mil de resgate ao pai da vítima, José Ivanor Montanhana, e ao noivo dele à época, Daniel Fernandes Chaves Pereira. Ele responde ainda por uma tentativa de homicídio e resistência à prisão, pois atirou contra três policiais que o prenderam quando era investigado como suspeito no sumiço da jornalista.
O caso será avaliado no Fórum de Santana, em SP. Procurado, o advogado do suspeito disse que não vai se pronunciar. Para a promotoria, o réu chegou a confessar os crimes. “Pedirei a Justiça a condenação do réu e uma pena superior a 30 anos de prisão, aproximada a 50 anos ”, disse.
“O acusado, perante a autoridade policial, confessou, na presença de seu advogado, que sequestrou Luciana Barreto Montanhana, com o fim de obter, para si, quantia em dinheiro como preço do resgate. Disse que apertou demais a algema de plástico do pescoço da vítima, causando-lhe a morte”, escreveu a juíza em 2012, em decisão que levou o ex-policial militar a júri popular.





