Ex-PM confessa assassinato de jornalista e é condenado a quase 50 anos de prisão
Crime ocorreu em novembro de 2010
Atualizado em 11/02/2015 às 09:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Em julgamento realizado na tarde da última terça-feira (10/2), Rodrigo Domingues Medina, ex-cabo do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), tropa de elite da Polícia Militar, confessou o assassinato da jornalista Luciana Barreto Montanhana. Ele foi condenado a 49 anos e oito meses de prisão por sequestro, morte e ocultação do corpo da repórter.
Crédito:Reprodução Rodrigo Domingues confessou que matou a jornalista durante o julgamento do caso
De acordo com o G1, o réu disse que matou Luciana em um ato impensado, por impulso, sem saber o que estava fazendo. "Eu matei Luciana Montanhana, mas não cometi sequestro”, declarou ele ao júri.
A afirmação alterou novamente a condução do julgamento. Medina mudou a sua versão dos fatos diversas vezes ao longo da investigação. Quando foi detido, disse ser inocente. Dias depois, declarou culpa e informou onde estava o corpo da jornalista.
O pai da vítima foi o primeiro a depor. “Nós estamos com 51 meses que a minha filha faleceu. Finalmente hoje, depois de quatro prorrogações, está acontecendo o julgamento. Espero que vá até o final e ele seja julgado pelos crimes que cometeu”, ponderou José Ivanor Montanhana.
O julgamento começou às 10h30 da última terça-feira (10/2) e foi encerrado apenas na madrugada desta quarta-feira (11/2).
Entenda o caso
Luciana Barreto Montanhana, de 29 anos, foi morta em 11 de novembro de 2010. As investigações concluíram que o ex-PM rendeu a jornalista no momento em que ela entrava no carro na garagem de um shopping de São Paulo.
A intenção do policial era pedir dinheiro à família da vítima para poder pagar dívidas. A promotora Claudia Ferreira Mac Dowell informou que ele asfixiou Luciana com algemas de plástico porque ela teria resistido ao sequestro. O corpo dela foi jogado em uma área de mata às margens da rodovia, na altura do km 44, em São Paulo.
Crédito:Reprodução Rodrigo Domingues confessou que matou a jornalista durante o julgamento do caso
De acordo com o G1, o réu disse que matou Luciana em um ato impensado, por impulso, sem saber o que estava fazendo. "Eu matei Luciana Montanhana, mas não cometi sequestro”, declarou ele ao júri.
A afirmação alterou novamente a condução do julgamento. Medina mudou a sua versão dos fatos diversas vezes ao longo da investigação. Quando foi detido, disse ser inocente. Dias depois, declarou culpa e informou onde estava o corpo da jornalista.
O pai da vítima foi o primeiro a depor. “Nós estamos com 51 meses que a minha filha faleceu. Finalmente hoje, depois de quatro prorrogações, está acontecendo o julgamento. Espero que vá até o final e ele seja julgado pelos crimes que cometeu”, ponderou José Ivanor Montanhana.
O julgamento começou às 10h30 da última terça-feira (10/2) e foi encerrado apenas na madrugada desta quarta-feira (11/2).
Entenda o caso
Luciana Barreto Montanhana, de 29 anos, foi morta em 11 de novembro de 2010. As investigações concluíram que o ex-PM rendeu a jornalista no momento em que ela entrava no carro na garagem de um shopping de São Paulo.
A intenção do policial era pedir dinheiro à família da vítima para poder pagar dívidas. A promotora Claudia Ferreira Mac Dowell informou que ele asfixiou Luciana com algemas de plástico porque ela teria resistido ao sequestro. O corpo dela foi jogado em uma área de mata às margens da rodovia, na altura do km 44, em São Paulo.





