Ex-paramilitar é condenado por sequestro e tortura de jornalista na Colômbia
O ex-paramilitar das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Alejandro Cárdenas Orozco, também conhecido como "JJ", foi
Atualizado em 26/02/2016 às 10:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
O ex-paramilitar da Auto Defensas Unidas da Colômbia (AUC) , Alejandro Cárdenas Orozco, também conhecido como "JJ", foi condenado a 11 anos e 5 meses de prisão pelo sequestro e tortura da jornalista colombiana , em maio de 2000.
Crédito:Reprodução/Twitter Jornalista foi estuprada por paramilitares colombianos
Segundo o portal 20 minutos, Cárdenas confessou o crime em 2011. Recentemente, outro chefe paramilitar — Mario Jaimes Mejía — também confirmou sua participação no crime e pediu desculpas públicas à jornalista. No entanto, ele negou que tenha estuprado a jornalista.
O sequestro de Jineth aconteceu em 25 de maio de 200 quando ela foi à prisão para entrevista Mejía, também chamado de "el Panadero". Ela foi interceptada na entrada do presídio. Drogada pelos sequestradores, foi levada para uma fazenda na cidade de Villavicencio, onde paramilitares torturaram e abusaram sexualmente dela. Na noite do mesmo dia, foi abandonada pelos raptores perto de uma delegacia.
Após o incidente, a jornalista se transformou em porta-voz dos direitos das mulheres, especialmente daquelas que sofreram violência sexual. A data de seu sequestro — 25 de maio — se tornou desde 2014 no "Dia Nacional pela Dignidade das Mulheres Vítimas de Violência Sexual no Marco do Conflito Armado" na Colômbia, por determinação do presidente Juan Manuel Santos.
Crédito:Reprodução/Twitter Jornalista foi estuprada por paramilitares colombianos
Segundo o portal 20 minutos, Cárdenas confessou o crime em 2011. Recentemente, outro chefe paramilitar — Mario Jaimes Mejía — também confirmou sua participação no crime e pediu desculpas públicas à jornalista. No entanto, ele negou que tenha estuprado a jornalista.
O sequestro de Jineth aconteceu em 25 de maio de 200 quando ela foi à prisão para entrevista Mejía, também chamado de "el Panadero". Ela foi interceptada na entrada do presídio. Drogada pelos sequestradores, foi levada para uma fazenda na cidade de Villavicencio, onde paramilitares torturaram e abusaram sexualmente dela. Na noite do mesmo dia, foi abandonada pelos raptores perto de uma delegacia.
Após o incidente, a jornalista se transformou em porta-voz dos direitos das mulheres, especialmente daquelas que sofreram violência sexual. A data de seu sequestro — 25 de maio — se tornou desde 2014 no "Dia Nacional pela Dignidade das Mulheres Vítimas de Violência Sexual no Marco do Conflito Armado" na Colômbia, por determinação do presidente Juan Manuel Santos.





