Ex-ministro diz que mídia brasileira está mais conservadora que elite e oposição
Durante um encontro de redes sindicais na última terça-feira (28/7), o ex-ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, analisou insi
Atualizado em 29/07/2015 às 16:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Durante um encontro de redes sindicais na última terça-feira (28/7), o ex-ministro das Relações Exteriores, , analisou insinuações feita pela imprensa contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou que a mídia brasileira está tão conservadora quanto os opositores do Partido dos Trabalhadores (PT).
Crédito:Agência Brasil Celso Amorim diz que mídia está muito conservadora
Amorim citou a acusação dos veículos de que Lula teria apoiado a inserção de empresas no exterior. “É um absurdo acusá-lo. Mostra que a mídia assumiu um papel mais conservador que a oposição e a elite brasileira”, afirmou.
De acordo com o portal da Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT), ele deu as declarações em palestra direcionada aos coordenadores das redes sindicais de trabalhadores metalúrgicos em multinacionais.
Amorim alega que qualquer presidente deveria tomar a atitude de Lula. “Seria uma surpresa se os presidentes não fizessem isso. Ao defender empresas, o governante está defendendo os trabalhadores e a renda de seu país”, disse.
Durante palestra para mais de 50 pessoas, ele afirmou que a solidariedade internacional tem sido o princípio brasileiro para a política externa. “O Brasil é um país grande e não podemos nesta atitude negativista, que é muito comum vermos na mídia”, alegou.
Crédito:Agência Brasil Celso Amorim diz que mídia está muito conservadora
Amorim citou a acusação dos veículos de que Lula teria apoiado a inserção de empresas no exterior. “É um absurdo acusá-lo. Mostra que a mídia assumiu um papel mais conservador que a oposição e a elite brasileira”, afirmou.
De acordo com o portal da Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT), ele deu as declarações em palestra direcionada aos coordenadores das redes sindicais de trabalhadores metalúrgicos em multinacionais.
Amorim alega que qualquer presidente deveria tomar a atitude de Lula. “Seria uma surpresa se os presidentes não fizessem isso. Ao defender empresas, o governante está defendendo os trabalhadores e a renda de seu país”, disse.
Durante palestra para mais de 50 pessoas, ele afirmou que a solidariedade internacional tem sido o princípio brasileiro para a política externa. “O Brasil é um país grande e não podemos nesta atitude negativista, que é muito comum vermos na mídia”, alegou.





