Ex-ministro acusado de planejar morte de jornalista no Peru recebe ordem de prisão
Daniel Urresti é acusado de ser o suposto mentor do assassinato do jornalista Hugo Bustios
Atualizado em 02/03/2015 às 13:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
O promotor peruano Luis Landa solicitou na última sexta-feira (27/2) uma ordem de prisão para o ex-ministro do Interior, Daniel Urresti, acusado de ser o suposto mentor do assassinato do jornalista Hugo Bustios, há 26 anos.
Crédito:Reprodução Jornalista pode ter sido morto a mando de ex-ministro há 26 anos
De acordo com o El Comercio , Urresti, atuava como chefe regional de Inteligência à época do crime. O jornalista era correspondente da revista Caretas e cobria o confronto entre forças governamentais e guerrilheiros na região de Ayacucho.
"O Ministério Público considera que existem elementos suficientes para condenação e por isso consideramos que se deve impor uma pena prevista na lei", disse o promotor Luis Landa, em entrevista ao diário Correo .
Além da pena de 25 anos, Urresti também deverá indenizar a família do jornalista com uma reparação de mais de US$ 161.000. Em sua conta no Twitter, o político defendeu sua inocência e negou ter sido notificado.
O presidente do país, Ollanta Humala, criticou a decisão do promotor e vinculou o ato com a recente afiliação de Urresti ao seu partido. "Chama a atenção que a promotoria, um dia depois que o ex-ministro se inscreveu para a sigla, abram o pedido de julgamento", declarou.
Em 2007, os militares Victor Fernando La Vera e Amado Vidal foram condenados a 15 anos de prisão. Dois anos mais tarde, La Vera acusou Urresti de participar do crime.
Crédito:Reprodução Jornalista pode ter sido morto a mando de ex-ministro há 26 anos
De acordo com o El Comercio , Urresti, atuava como chefe regional de Inteligência à época do crime. O jornalista era correspondente da revista Caretas e cobria o confronto entre forças governamentais e guerrilheiros na região de Ayacucho.
"O Ministério Público considera que existem elementos suficientes para condenação e por isso consideramos que se deve impor uma pena prevista na lei", disse o promotor Luis Landa, em entrevista ao diário Correo .
Além da pena de 25 anos, Urresti também deverá indenizar a família do jornalista com uma reparação de mais de US$ 161.000. Em sua conta no Twitter, o político defendeu sua inocência e negou ter sido notificado.
O presidente do país, Ollanta Humala, criticou a decisão do promotor e vinculou o ato com a recente afiliação de Urresti ao seu partido. "Chama a atenção que a promotoria, um dia depois que o ex-ministro se inscreveu para a sigla, abram o pedido de julgamento", declarou.
Em 2007, os militares Victor Fernando La Vera e Amado Vidal foram condenados a 15 anos de prisão. Dois anos mais tarde, La Vera acusou Urresti de participar do crime.





