Ex-marqueteiro do PT, João Santana assina acordo com a PGR para delação premiada

O ex-marqueteiro do Partido dos Trabalhadores (PT), João Santana, assinou um termo de confidencialidade com a Procuradoria-Geral da República (PGR) para dar início ao processo formal de colaboração premiada.

Atualizado em 21/07/2016 às 12:07, por Redação Portal IMPRENSA.

Trabalhadores (PT), , assinou um termo de confidencialidade com a Procuradoria-Geral da República (PGR) para dar início ao processo formal de colaboração premiada.
De acordo com o jornal O Globo , a mulher e sócia do publicitário, a empresária Mônica Moura, também assinou o documento. Os dois estão presos há cinco meses em Curitiba (PR) e tentam fechar uma delação em dupla.
O termo de confidencialidade funciona como uma pré-delação e ocorre antes do acordo com a Justiça. Nesta quinta-feira (21/7), ambos devem se reunir com o juiz Sérgio Moro, que determinou a prisão deles. Crédito:Reprodução/TV Brasil Publicitário acerta delação premiada

Santana e Mônica respondem por corrupção passiva e lavagem de dinheiro pelo recebimento de US$ 4,5 milhões (R$ 14,6 milhões) em 2013 e 2014 do representante no Brasil do estaleiro Keppel Fels e fornecedor da Petrobras, como contribuição para financiar a campanha da presidente afastada, Dilma Rousseff.
Em depoimento formal sobre o assunto, Mônica afirmou que os pagamentos envolviam contratos do estaleiro Keppel em Angola, onde o casal prestou serviços. No encontro com Moro, a dupla poderá prestar esclarecimentos e também optar por não responder questões relacionadas ao acordo ainda em negociação.