Ex-jogador da seleção critica imprensa e diz que não dará mais entrevistas
Rivaldo diz que vê “só mentira” nos jornais da cidade e que não dará mais entrevistas, pois “já parou de jogar e não está aqui para falar”.
Atualizado em 21/07/2014 às 15:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
O ex-jogador Rivaldo não está nada satisfeito com o comportamento da imprensa esportiva de Mogi Mirim, pequena cidade do interior de São Paulo. Em rápido contato com repórteres no intervalo da partida entre o clube que preside e o Guarani, o craque fez duras acusações aos jornais locais, a quem chama de mentirosos. Ele disse ainda que não foi o responsável por passar os Centros de Treinamentos ao seu nome e reitera que jornalistas da região estão proibidos de acompanhar os treinos de sua equipe.
Crédito:Divulgação Rivaldo proibiu imprensa de cobrir treinos do Mogi Mirim
Segundo o GloboEsporte.com, o ex-jogador tentou evitar o contato com a imprensa, mas foi surpreendido pelos repórteres. “Essa é a última entrevista que estou dando. Para todos. Já parei de jogar e não estou aqui para falar sobre mais nada. Estou aqui, fazendo meu papel no clube e sem ajuda de ninguém. Só vejo mentiras nos jornais e televisões. Só mentira, só mentira”. Magoado com as críticas, o agora dirigente rebateu as acusações e afirma que não compreende como o “povo de Mogi Mirim tem coragem de comprar esses jornais da própria cidade”.
“Eles só falam coisas que não acontecem, invenções. Não sei como alguém pode gastar um ou dois reais. E são 15 ou 20 pessoas que compram, porque são jornais que não valem nada, que criticam o clube, a cidade. Eu não vou ficar perdendo tempo dando entrevista ou deixando meus jogadores darem entrevista a essas pessoas que só querem prejudicar”, diz o presidente do Mogi. Claramente irritado, Rivaldo confirmou que manterá o elenco e a comissão técnica escondidos da imprensa.
No entanto, logo depois da entrevista o ex-jogador publicou um comunicado em uma dizendo que só deve rever a posição quando jornalistas começaram a viajar com o clube para partidas fora do estado de São Paulo. “Não vai mudar, não. Vai continuar a mesma coisa. E principalmente para a imprensa local. Mas eles (jornalistas de Mogi Mirim) que estão proibidos. Eles têm que procurar outras pessoas, não eu. Eu não dou ibope para a imprensa local, então ela busca as pessoas que dão. Não sou a pessoal ideal para eles”, escreve.
Ele também aproveitou para comentar rapidamente a polêmica passagem dos Centros de Treinamento do Mogi Mirim para o seu nome, ato durante criticado pela oposição do clube. De acordo com o cartola, que pela primeira vez falou sobre o assunto, a mudança foi feita por Wilson Bonetti, ex-vice-presidente e homem de confiança, em 2011. “Não fui eu que passei, eu não estava na gestão. Foi o Wilson Bonetti que estava, eu jogava no São Caetano”, resumiu.
Crédito:Divulgação Rivaldo proibiu imprensa de cobrir treinos do Mogi Mirim
Segundo o GloboEsporte.com, o ex-jogador tentou evitar o contato com a imprensa, mas foi surpreendido pelos repórteres. “Essa é a última entrevista que estou dando. Para todos. Já parei de jogar e não estou aqui para falar sobre mais nada. Estou aqui, fazendo meu papel no clube e sem ajuda de ninguém. Só vejo mentiras nos jornais e televisões. Só mentira, só mentira”. Magoado com as críticas, o agora dirigente rebateu as acusações e afirma que não compreende como o “povo de Mogi Mirim tem coragem de comprar esses jornais da própria cidade”.
“Eles só falam coisas que não acontecem, invenções. Não sei como alguém pode gastar um ou dois reais. E são 15 ou 20 pessoas que compram, porque são jornais que não valem nada, que criticam o clube, a cidade. Eu não vou ficar perdendo tempo dando entrevista ou deixando meus jogadores darem entrevista a essas pessoas que só querem prejudicar”, diz o presidente do Mogi. Claramente irritado, Rivaldo confirmou que manterá o elenco e a comissão técnica escondidos da imprensa.
No entanto, logo depois da entrevista o ex-jogador publicou um comunicado em uma dizendo que só deve rever a posição quando jornalistas começaram a viajar com o clube para partidas fora do estado de São Paulo. “Não vai mudar, não. Vai continuar a mesma coisa. E principalmente para a imprensa local. Mas eles (jornalistas de Mogi Mirim) que estão proibidos. Eles têm que procurar outras pessoas, não eu. Eu não dou ibope para a imprensa local, então ela busca as pessoas que dão. Não sou a pessoal ideal para eles”, escreve.
Ele também aproveitou para comentar rapidamente a polêmica passagem dos Centros de Treinamento do Mogi Mirim para o seu nome, ato durante criticado pela oposição do clube. De acordo com o cartola, que pela primeira vez falou sobre o assunto, a mudança foi feita por Wilson Bonetti, ex-vice-presidente e homem de confiança, em 2011. “Não fui eu que passei, eu não estava na gestão. Foi o Wilson Bonetti que estava, eu jogava no São Caetano”, resumiu.





