Ex-diretora do "News International" nega envolvimento em caso de escutas telefônicas
Nesta quarta-feira (5/6), a ex-diretora do News International, Rebekah Brooks, negou estar envolvida no caso das escutas telefônicas dotabloide britânico The News of the World , fechado em 2011, em razão do escândalo criado quando foi descoberto o uso de gravações ilegais de celebridades e vítimas de crimes.
Atualizado em 05/06/2013 às 17:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
do News International , Rebekah Brooks, negou estar envolvida no caso das escutas telefônicas do tabloide britânico The News of the World , fechado em 2011, em razão do escândalo criado quando foi descoberto o uso de gravações ilegais de celebridades e vítimas de crimes.
Segundo a Folha de S. Paulo , Brooks se declarou inocente de cinco acusações contra ela, em depoimento no tribunal de Southwark, em Londres. Entre as acusações, estão conspiração para interceptar telefones, corrupção ativa e obstrução da Justiça.
Rebekah Brooks Brooks comandou o The News of the World e o diário The Sun , ambos pertencentes à News International , entre 2000 e 2009, justamente o período que a Justiça investiga acusações de mais de 800 grampos telefônicos, na maioria em celebridades, políticos e membros da família real.
O caso ganhou maior repercussão quando foi revelada uma escuta feita no celular de uma jovem desaparecida em 2002, que foi noticiada pelo The News of the World na época. Seis meses depois, a menina foi declarada morta.
A publicação, assim como o The Sun , são acusados de ter subornado policiais e outros funcionários públicos em troca de reportagens exclusivas. O processo será julgado ainda esse ano.
Segundo a Folha de S. Paulo , Brooks se declarou inocente de cinco acusações contra ela, em depoimento no tribunal de Southwark, em Londres. Entre as acusações, estão conspiração para interceptar telefones, corrupção ativa e obstrução da Justiça.
Rebekah Brooks Brooks comandou o The News of the World e o diário The Sun , ambos pertencentes à News International , entre 2000 e 2009, justamente o período que a Justiça investiga acusações de mais de 800 grampos telefônicos, na maioria em celebridades, políticos e membros da família real.
O caso ganhou maior repercussão quando foi revelada uma escuta feita no celular de uma jovem desaparecida em 2002, que foi noticiada pelo The News of the World na época. Seis meses depois, a menina foi declarada morta.
A publicação, assim como o The Sun , são acusados de ter subornado policiais e outros funcionários públicos em troca de reportagens exclusivas. O processo será julgado ainda esse ano.





