Ex-blogueiro processa AOL e Huffington Post por não divisão de lucros
Ex-blogueiro processa AOL e Huffington Post por não divisão de lucros
Atualizado em 13/04/2011 às 11:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Um dos ex-blogueiros colaboradores do site Huffington Post abriu um processo na corte federal de Nova York contra a AOL e a cofundadora do site Ariana Huffington em nome dos outros nove mil colaboradores não remunerados, nesta terça-feira (12), informa O Globo . Jonathan Tasini, abriu o processo com status de ação coletiva, e reivindica US$ 105 milhões por danos alegando que o site não teria compartilhado os lucros com os produtores de conteúdo, após sua compra pela AOL, desvalorizando-os no mercado.
Em março, o site de notícias Huffington Post foi comprado pela AOL por US$ 315 milhões. Ao longo da transação, os colaboradores receberam um email explicando sobre as mudanças mas não foram informados sobre nenhum tipo de remuneração. Celebridades, políticos e especialistas contribuíam com seus textos gratuitamente para aumentar a visitação às páginas do Huff Post,transformando-o em uma potência online.
Tasini acusa o site de "enriquecer ilegalmente". Em resposta ao processo, o porta-voz da AOL, Mario Ruiz diz que o site "é uma plataforma para se conectar e garantir que suas ideias e pontos de vista sejam conhecidos por tantos internautas. É pelo mesmo motivo que pessoas vão a um programa de TV para divulgar suas opiniões para a maior audiência possível".
A ação demanda que o site forneça informações sobre o tráfego na internet pelos acessos aos blogs não pagos , mas reconhece que não é clara a parcela de receita do site e do seu custo de venda referentes ao valor do conteúdo não-remunerado produzido pelos blogueiros. O processo pode ser arquivado, segundo o advogado John Coffee Jr, da Universidade de Direito de Columbia, pois a participação dos blogueiros no site foi uma escolha racional e ciente de que o site poderia se aproveitar do conteúdo para lucro próprio.
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Em março, o site de notícias Huffington Post foi comprado pela AOL por US$ 315 milhões. Ao longo da transação, os colaboradores receberam um email explicando sobre as mudanças mas não foram informados sobre nenhum tipo de remuneração. Celebridades, políticos e especialistas contribuíam com seus textos gratuitamente para aumentar a visitação às páginas do Huff Post,transformando-o em uma potência online.
Tasini acusa o site de "enriquecer ilegalmente". Em resposta ao processo, o porta-voz da AOL, Mario Ruiz diz que o site "é uma plataforma para se conectar e garantir que suas ideias e pontos de vista sejam conhecidos por tantos internautas. É pelo mesmo motivo que pessoas vão a um programa de TV para divulgar suas opiniões para a maior audiência possível".
A ação demanda que o site forneça informações sobre o tráfego na internet pelos acessos aos blogs não pagos , mas reconhece que não é clara a parcela de receita do site e do seu custo de venda referentes ao valor do conteúdo não-remunerado produzido pelos blogueiros. O processo pode ser arquivado, segundo o advogado John Coffee Jr, da Universidade de Direito de Columbia, pois a participação dos blogueiros no site foi uma escolha racional e ciente de que o site poderia se aproveitar do conteúdo para lucro próprio.
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