EUA proíbem comunicação entre agências e jornalistas sem autorização superior
Diretiva foi divulgada por Steven Aftergood, perito em políticas de confidencialidade da Federação de Cientistas Americanos.
Atualizado em 22/04/2014 às 09:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
A administração dos Estados Unidos proibiu funcionários de 17 agências de se comunicarem com a imprensa sobre qualquer assunto interno, classificado ou não, sem autorização superior, informou a EFE.
O chefe dos serviços de informações dos EUA, James Clapper, assinou a diretiva no dia 20 de março, mas o documento apenas foi conhecido na última segunda-feira (21/4), ao ser divulgado por Steven Aftergood, perito em políticas de confidencialidade da Federação de Cientistas Americanos.
Crédito:Divulgação James Clapper, chefe dos serviços de informações dos EUA, assinou a diretiva que proíbe contato com a imprensa
O texto exige que os funcionários das agências que informem seus superiores de contatos não planejados com os meios de comunicação ou jornalistas, que podem ser alvo de sanções ou despedidos caso violem as regras.
De acordo com o perito, o documento "procura garantir que os únicos contatos que ocorram entre funcionários dos serviços de informação e a imprensa são aqueles já programados com antecedência; o mesmo será dizer que as únicas notícias serão notícias autorizadas".
Repórteres e ativistas criticaram o governo americano por ter espionado os telefones da agência AP e do correspondente da Fox News James Rosen, além das acusações contra Edward Snowden, que divulgou as atividades da Agência Nacional de Segurança (NSA).
O chefe dos serviços de informações dos EUA, James Clapper, assinou a diretiva no dia 20 de março, mas o documento apenas foi conhecido na última segunda-feira (21/4), ao ser divulgado por Steven Aftergood, perito em políticas de confidencialidade da Federação de Cientistas Americanos.
Crédito:Divulgação James Clapper, chefe dos serviços de informações dos EUA, assinou a diretiva que proíbe contato com a imprensa
O texto exige que os funcionários das agências que informem seus superiores de contatos não planejados com os meios de comunicação ou jornalistas, que podem ser alvo de sanções ou despedidos caso violem as regras.
De acordo com o perito, o documento "procura garantir que os únicos contatos que ocorram entre funcionários dos serviços de informação e a imprensa são aqueles já programados com antecedência; o mesmo será dizer que as únicas notícias serão notícias autorizadas".
Repórteres e ativistas criticaram o governo americano por ter espionado os telefones da agência AP e do correspondente da Fox News James Rosen, além das acusações contra Edward Snowden, que divulgou as atividades da Agência Nacional de Segurança (NSA).





