EUA não acreditam que jornalista foi "vendido" para o Estado Islâmico; FBI investiga
Porta-voz da Casa Branca disse que o governo não tem informações sobre a suposta "venda"
Atualizado em 10/09/2014 às 09:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
O porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, anunciou na última terça-feira (9/9) que os Estados Unidos não têm nenhuma informação sobre a suposta "venda" do jornalista Steven Sotloff para militantes do Estado Islâmico (EI) por rebeldes moderados da oposição síria. O FBI informou que investiga a acusação.
Crédito:Reprodução/Facebook FBI investiga se jornalista (foto) foi vendido por rebeldes ao Estado Islâmico
De acordo com a Reuters, Barak Barfi, porta-voz da família do repórter, revelou à CNN que a família acreditava que o EI pagou até 50 mil dólares para rebeldes que disseram ao grupo militante que Sotloff havia entrado na Síria.
Barfi disse ainda que a família descobriu com "fontes da região" que um membro de um grupo rebelde sírio moderado contatou militantes do EI sobre o repórter. Ele denunciou que a Casa Branca fez uma série de "declarações incorretas" sobre o caso, como a que o governo teria informado "regularmente" à família a respeito da situação do jornalista,
"Com base na informação que me foi fornecida, eu não acredito que ela seja precisa", contestou Earnest. Ele mencionou uma investigação do FBI sobre a morte de Sotloff, incluindo como o jornalista pode ter chegado ao poder do EI.
O representante da família criticou a gestão de Barack Obama sobre os sequestros e ponderou que "poderia ter sido feito mais" para ajudá-los. "Sabemos que a comunidade de inteligência e a Casa Branca estão em um jogo maior de lutas burocráticas. James [Foley] e Steve [Sotloff] são peões neste jogo, e isso não é justo", lamentou.
Capturados pelo EI, os jornalistas americanos James Foley e Steven Sotloff tiveram suas execuções filmadas e divulgadas pelo grupo extremista que atua na Síria e no Iraque. Os atos ocorreram em represália aos ataques aéreos dos Estados Unidos contra forças jihadistas.
Crédito:Reprodução/Facebook FBI investiga se jornalista (foto) foi vendido por rebeldes ao Estado Islâmico
De acordo com a Reuters, Barak Barfi, porta-voz da família do repórter, revelou à CNN que a família acreditava que o EI pagou até 50 mil dólares para rebeldes que disseram ao grupo militante que Sotloff havia entrado na Síria.
Barfi disse ainda que a família descobriu com "fontes da região" que um membro de um grupo rebelde sírio moderado contatou militantes do EI sobre o repórter. Ele denunciou que a Casa Branca fez uma série de "declarações incorretas" sobre o caso, como a que o governo teria informado "regularmente" à família a respeito da situação do jornalista,
"Com base na informação que me foi fornecida, eu não acredito que ela seja precisa", contestou Earnest. Ele mencionou uma investigação do FBI sobre a morte de Sotloff, incluindo como o jornalista pode ter chegado ao poder do EI.
O representante da família criticou a gestão de Barack Obama sobre os sequestros e ponderou que "poderia ter sido feito mais" para ajudá-los. "Sabemos que a comunidade de inteligência e a Casa Branca estão em um jogo maior de lutas burocráticas. James [Foley] e Steve [Sotloff] são peões neste jogo, e isso não é justo", lamentou.
Capturados pelo EI, os jornalistas americanos James Foley e Steven Sotloff tiveram suas execuções filmadas e divulgadas pelo grupo extremista que atua na Síria e no Iraque. Os atos ocorreram em represália aos ataques aéreos dos Estados Unidos contra forças jihadistas.





