EUA criticam censura 'sem precedentes' à imprensa na Rússia
Na última sexta-feira (14/3), os Estados Unidos criticaram a censura "sem precedentes" à imprensa observada no bloqueio a sites opositores e a fontes alternativas de informação sobre a crise na Ucrânia.
Atualizado em 15/03/2014 às 17:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Estados Unidos criticaram a censura "sem precedentes" à imprensa observada no bloqueio a sites opositores e a fontes alternativas de informação sobre a crise na Ucrânia.
De acordo com AFP, Marie Harf, porta-voz adjunta do departamento de Estado, declarou que "os Estados Unidos estão profundamente preocupados com o brusco estreitamento do espaço destinado à imprensa independente e livre na Rússia".
O governo norte-americano ainda criticou a aprovação das leis russas que implementam censura e restrições aos meios de comunicação e às publicações na internet".
A porta-voz também mencionou a demissão da editora-chefe do site Lenta.ru, acusada de "difusão de documentos de caráter extremista" e o bloqueio de acesso ao blog do opositor Alexei Navalny e a três dos principais sites que fazem oposição ao Kremlin.
"Estas medidas censuram as opiniões divergentes, restringem o espaço de debates independentes e favorecem a propagação de versões dos fatos fabricadas pelo governo que são claramente falsas", afirmou Marie Harf.
De acordo com AFP, Marie Harf, porta-voz adjunta do departamento de Estado, declarou que "os Estados Unidos estão profundamente preocupados com o brusco estreitamento do espaço destinado à imprensa independente e livre na Rússia".
O governo norte-americano ainda criticou a aprovação das leis russas que implementam censura e restrições aos meios de comunicação e às publicações na internet".
A porta-voz também mencionou a demissão da editora-chefe do site Lenta.ru, acusada de "difusão de documentos de caráter extremista" e o bloqueio de acesso ao blog do opositor Alexei Navalny e a três dos principais sites que fazem oposição ao Kremlin.
"Estas medidas censuram as opiniões divergentes, restringem o espaço de debates independentes e favorecem a propagação de versões dos fatos fabricadas pelo governo que são claramente falsas", afirmou Marie Harf.





