EUA criam Twitter para falar aos iranianos
EUA criam Twitter para falar aos iranianos
Atualizado em 15/02/2011 às 10:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Como protagonista das mobilizações no Oriente Médio, o Twitter agora é usado como ponte de comunicação entre os EUA e o povo iraniano.
O Departamento de Estado do país ocidental abriu uma conta no microblog , em farsi, para apoiar os protestos no Irã.O endereço @USAdarfarsi que já conta com 2,5 mil seguidores, envia mensagens de apoio à população iraniana e critica a repressão do governo iraniano às manifestações.
O Irã, que se declarou satisfeito com os resultados das manifestações no Egito, não tem a mesma visão para seu povo. A maior insurgência desde 2009, quando milhares de iranianos protestaram contra as eleições supostamente fraudulentas, está sendo violentamente reprimida nas praças de Teerã.
Os oposicionistas Mousavi e Karoubi pediram permissão ao governo para realizar uma passeata pacífica em apoio ao Egito, o que lhes foi negado pelo governo.
As redes sociais têm representado um papel histórico como forma de resistência a regimes autocratas. Com a intensificação dos protestos e o temor de que a insatisfação se alastre os governos estão bloqueando ou limitando o acesso à rede. O Facebook, Twitter e Youtube são cada vez mais utilizados como plataforma para divulgar as ocorrências internas, já que a imprensa é proibida de fazer a cobertura livre dos fatos.
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O Departamento de Estado do país ocidental abriu uma conta no microblog , em farsi, para apoiar os protestos no Irã.O endereço @USAdarfarsi que já conta com 2,5 mil seguidores, envia mensagens de apoio à população iraniana e critica a repressão do governo iraniano às manifestações.
O Irã, que se declarou satisfeito com os resultados das manifestações no Egito, não tem a mesma visão para seu povo. A maior insurgência desde 2009, quando milhares de iranianos protestaram contra as eleições supostamente fraudulentas, está sendo violentamente reprimida nas praças de Teerã.
Os oposicionistas Mousavi e Karoubi pediram permissão ao governo para realizar uma passeata pacífica em apoio ao Egito, o que lhes foi negado pelo governo.
As redes sociais têm representado um papel histórico como forma de resistência a regimes autocratas. Com a intensificação dos protestos e o temor de que a insatisfação se alastre os governos estão bloqueando ou limitando o acesso à rede. O Facebook, Twitter e Youtube são cada vez mais utilizados como plataforma para divulgar as ocorrências internas, já que a imprensa é proibida de fazer a cobertura livre dos fatos.
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