EUA cede à pressão internacional e aceita transferir informante do Wikileaks
EUA cede à pressão internacional e aceita transferir informante do Wikileaks
Atualizado em 19/04/2011 às 17:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
A pressão da comunidade internacional contribuiu para que os EUA decidissem, nesta terça-feira (19), pela transferência do soldado Bradley Manning - principal informante do site Wikileaks - da prisão de Quantico, na Virgínia, para Fort Leavenworth, no Kansas.
Na semana passada, 295 advogados de diversos países e professores de direito de universidades dos EUA assinaram uma petição em que acusam o governo de manter Manning preso sob condições subumanas e em regime de tortura.
Em Quantico, o soldado era obrigado a responder verbalmente ao chamado de seu carcereiro de cinco em cinco minutos; ficava confinado a uma cela de seis metros quadrados durante 23 horas; tinha direito a uma hora de exercícios físicos; e não podia utilizar cobertas ou lençóis.
Apesar de o governo aceitar a remoção de Manning, autoridades de Organização das Nações Unidas (ONU) que investigam o cumprimento de tratados de guerra e prisão, não têm acesso a Manning, informa a rede estadunidense .
O porta-voz da Marinha dos EUA, Coronel Dave Lapan, negou que Manning esteja inacessível à ONU, mas salientou que todas as visitas ao soldado eram monitoradas, fato que não era aceito pela organização.
Se for condenado pelo crime de ajudar o inimigo - quando cedeu informações sigilosas ao jornalista Julian Assange - o soldado pode ser condenado à morte.
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Na semana passada, 295 advogados de diversos países e professores de direito de universidades dos EUA assinaram uma petição em que acusam o governo de manter Manning preso sob condições subumanas e em regime de tortura.
Em Quantico, o soldado era obrigado a responder verbalmente ao chamado de seu carcereiro de cinco em cinco minutos; ficava confinado a uma cela de seis metros quadrados durante 23 horas; tinha direito a uma hora de exercícios físicos; e não podia utilizar cobertas ou lençóis.
Apesar de o governo aceitar a remoção de Manning, autoridades de Organização das Nações Unidas (ONU) que investigam o cumprimento de tratados de guerra e prisão, não têm acesso a Manning, informa a rede estadunidense .
O porta-voz da Marinha dos EUA, Coronel Dave Lapan, negou que Manning esteja inacessível à ONU, mas salientou que todas as visitas ao soldado eram monitoradas, fato que não era aceito pela organização.
Se for condenado pelo crime de ajudar o inimigo - quando cedeu informações sigilosas ao jornalista Julian Assange - o soldado pode ser condenado à morte.
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