EUA adquire programa que cria perfis falsos e vigia "propaganda inimiga" na web
EUA adquire programa que cria perfis falsos e vigia "propaganda inimiga" na web
Atualizado em 18/03/2011 às 15:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
A Central de Comandos de Comunicação dos EUA (Centcom, na sigla em inglês), divisão do Departamento de Defesa, adquiriu um software que permite aos departamentos militares e de inteligência a manutenção de perfis falsos em redes sociais para monitorar a expansão daquilo que o governo classificou de "propaganda inimiga".
Utilizando o software, um único integrante das forças armadas, por exemplo, pode controlar dez perfis falsos, ao mesmo tempo, em outros países. O governo comprou o software da companhia californiana Ntrepid por US$ 2,76 milhões.
"A tecnologia permite a classificação de atividade de blogueiros em territórios de língua estrangeira e permite ao Centcom controlar a disseminação de extremismos e propaganda inimiga fora dos EUA", disse o comandante Bill Speaks, porta-voz da Centcom, ao britânico The Guardian.
Além de rastrear "propaganda inimiga" e criar perfis falsos, o software possibilita, ainda, que campanhas de desinformação, dissimulação militar, operações de rede de computadores de hackers etc, de acordo com o Washington Times.
Segundo o governo, cada perfil falso criado pelo programa possui "histórico convincente, detalhes minuciosos, presença e frequências cibernéticas que são consistentes nos sentidos técnico, culturais e geográficos".
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Utilizando o software, um único integrante das forças armadas, por exemplo, pode controlar dez perfis falsos, ao mesmo tempo, em outros países. O governo comprou o software da companhia californiana Ntrepid por US$ 2,76 milhões.
"A tecnologia permite a classificação de atividade de blogueiros em territórios de língua estrangeira e permite ao Centcom controlar a disseminação de extremismos e propaganda inimiga fora dos EUA", disse o comandante Bill Speaks, porta-voz da Centcom, ao britânico The Guardian.
Além de rastrear "propaganda inimiga" e criar perfis falsos, o software possibilita, ainda, que campanhas de desinformação, dissimulação militar, operações de rede de computadores de hackers etc, de acordo com o Washington Times.
Segundo o governo, cada perfil falso criado pelo programa possui "histórico convincente, detalhes minuciosos, presença e frequências cibernéticas que são consistentes nos sentidos técnico, culturais e geográficos".
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