Estudo mostra que mais de 800 milhões de pessoas no mundo acessam a Internet

Estudo mostra que mais de 800 milhões de pessoas no mundo acessam a Internet

Atualizado em 18/03/2008 às 16:03, por Redação Portal IMPRENSA.

Um estudo divulgado nesta terça-feira (18) pela empresa de pesquisa comScore, mostra que o número de pessoas que acessam a internet atingiu 824 milhões em janeiro de 2008, um crescimento de 10,4%.

Em 1996, 66% das pessoas que acessavam a internet eram dos Estados Unidos. Hoje, são apenas 21%, prova de que a internet já se transformou em uma mídia global.

"O crescimento do número de usuários de internet nos Estados Unidos reduziu-se, enquanto muitos países asiáticos e do Leste europeu continuam a acrescentar novos internautas em uma taxa muito rápida", diz o estudo "Digital World: State of the Internet".

A internet, de acordo com a pesquisa, é uma importante fonte de notícias para a maioria dos usuários. As três maiores marcas globais de internet são Google, Yahoo e o Baidu, site de buscas chinês.

O número de pessoas que visitam sites de relacionamento - como Orkut, MySpace, Facebook, LinkedIn - cresceu 34% no período de 12 meses, atingindo 530 milhões pessoas. Atualmente, de cada três pessoas que acessam a internet, duas navegam em redes sociais. O MySpace e o Facebook, segundo a comScore, atraem mais de 100 milhões de visitas por mês.

Já o vídeo online transformou-se no formato dominante de entretenimento na web, graças a popularidade do YouTube, que atraiu mais de 250 milhões de visitas globais em janeiro, diz a pesquisa. Os dados da comScore incluem acessos de casa e do trabalho. Não são contabilizados vistas de computadores públicos, como cybercafés, e telefones celulares e PDAs.

A Ásia/Pacífico é a região com o maior número de internautas: 308,8 milhões, um crescimento de 13,9%. Em seguida vem a Europa (232,8 milhões), América do Norte (183,8 milhões), América Latina (59 milhões) e Oriente Médio e África (39,9 milhões). A América Latina é a região do mundo com a segunda maior taxa de crescimento (16,6%), atrás apenas do Oriente Médio e da África (20,2%).

Com informações do site IDG Now!

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